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15% dos professores sofrem de exaustão crônica, revela pesquisa

Conhecida como Síndrome de Burnout, ela afeta especialmente profissionais que no dia-a-dia cuidam de outras pessoas, como professores e médicos, informa a TV Globo

Uma pesquisa da Universidade de Brasília (UnB) revela que 15% dos professores da rede pública básica sofrem de uma doença chamada Síndrome de Burnout, informa reportagem da TV Globo. O problema provoca exaustão crônica, cansaço, esgotamento e falta de motivação.

A doença afeta especialmente profissionais que no dia-a-dia cuidam de outras pessoas, como professores e médicos. O estudo foi realizado na região Centro-Oeste com mais de 8 mil professores.

Segundo a reportagem, foram identificados três sintomas: baixa realização profissional, citada por 31,2% dos entrevistados; alto grau de esgotamento emocional, mencionado por 30%; distanciamento dos alunos, relatado por 14%.

A TV diz que o professor passa a ver os estudantes apenas de forma negativa e não se importa mais em entendê-los. As conseqüências são piores no ensino fundamental, quando o aprendizado dos alunos depende mais do professor. “É como se o professor desistisse. Ele diz: ‘Olha, eu não dou mais conta, não contem com o meu envolvimento emocional'”, disse Nádia Leite, pesquisadora da UnB.

Ela acredita que esse quadro se repita em todo o país e diz que, além de acompanhamento médico, esses professores precisam muito da ajuda da escola e dos alunos. “O professor é extremamente sensível à retribuição do aluno, qualquer pequena retribuição pode ser um elemento de salvação”.

Veja a íntegra da matéria

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