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73% das escolas estaduais paulistas atingem meta, diz secretaria

Os números mostram uma melhora mais acentuada em português (principalmente no fundamental) do que em matemática (houve piora no ensino médio)
Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), divulgados nesta sexta-feira, mostram que 73% das escolas cumpriram as metas estabelecidas, informa a secretaria. Os números mostram uma melhora mais acentuada em língua portuguesa (principalmente no ensino médio) do que em matemática (houve piora no ensino médio).

Segundo texto publicado pela secretaria, a meta estabelecida era 2,58 para 2009 e o índice atingiu 2,79 – em uma escala de 0 a 10. Em 2008, o índice foi de 2,55.

A secretaria destaca que entre as escolas que estavam com índices mais baixos e receberam ajuda o percentual de cumprimento das metas foi de 93%.

O Idesp é calculado com base nas notas do Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), nas taxas de repetência e evasão escolar. O inidicador serve de base para o pagamento do bônus por resultado.

No Ciclo I (primeira à quarta séries do fundamental), a meta do Idesp para 2009 era 3,35 e o resultado chegou a 3,85, contra 3,25 de 2008.

No Ciclo II (quinta à oitava séries), a meta era 2,63, e o resultado atingido foi 2,83, sobre 2,58 em 2008.

No ensino médio, a meta do Idesp de 2,00 não foi atingida e chegou 1,97. Em 2008, foi de 1,95.

Saresp

Já o Saresp revela melhora em português, mas piora em matemática. A média de língua portuguesa na quarta série subiu de 180, em 2008, para 190,4, em 2009 – em uma escala até 500. Na oitava série, a nota subiu de 231,7 para 236,3. No ensino médio, o avanço foi de 272,5 para 274,5.

Em matemática, na quarta série, a média entre 2008 e 2009 subiu de 190,5 para 201,3. Na oitava série, as notas avançaram de 245,7 para 251,5. No ensino médio, houve um decréscimo de 273,8 para 269,4.

Para o secretário Paulo Renato, a piora no desempenho é “um ponto de inflexão” e que “a curva aponta para cima, ou seja, para melhor”.

O texto da secretaria culpa ainda a universalização do ensino médio. “A ampliação do acesso sempre promove, num primeiro momento, queda na média das avaliações”, diz a secretaria, que também atribui o resultado a “uma dificuldade constatada mundialmente”.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informa que a dificuldade com matemática também foi detectada nas recentes avaliações feitas sobre o desempenho dos próprios professores. Para enfrentar o problema, a secretaria oferecerá para os professores de matemática cursos com 240 horas de duração, com atividades presenciais e à distância.бесплатный анонимайзер вконтакте без ограниченийдиагностика рака в германииэто