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92% dos professores da rede privada gaúcha são vítimas da violência

O desrespeito é o fato mais citado: 83,2%. Sindicato da categoria vai inaugurar em abril o Núcleo de Apoio ao Professor contra a Violência

Uma pesquisa realizada entre as escolas particulares do Rio Grande do Sul revela que 92% dos professores presenciaram ou sofreram violência no trabalho, informa o jornal Zero Hora.

O desrespeito é o fato mais citado, por 83,2% deles. Outros 23,5% relataram agressões pela internet, 12,8% sofreram agressões físicas e 11% disseram ter sido assediados sexualmente.

O estudo foi concluído pelo Sindicato dos Professores das Escolas Particulares (Sinpro) no ano passado, e ouviu 440 professores.

Em abril, o sindicato vai inaugurar o Núcleo de Apoio ao Professor contra a Violência, que oferecerá auxílio psicológico e promoverá palestras sobre o tema.

“A violência é mais moral e psicológica, mas os relatos vêm aumentando de forma impressionante. A gente percebe que os professores só contam o que acontece na hora da rescisão do contrato”, disse Cecília Farias, diretora do Sinpro. “Enquanto estão na escola, ficam calados, porque muitas vezes as direções dão razão aos alunos e colocam o problema para baixo do tapete”.

Para 37% dos entrevistados, as direções de escolas são omissas e procuram responsabilizar os professores. Para 80% deles, a escola não solucionou o problema. “Alunos acham que podem fazer o que quiserem, porque “não dá nada”, disse a sindicalista.

Leia a matéria do Zero Hora

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