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Alunos fazem seus próprios spinners na oficina da Stance Dual

Reportagem da RedeTV mostra alunos da Stance Dual School, em São Paulo, construindo seus próprios spinners.

Um brinquedinho simples, da década de 90, virou a sensação da criança. O hand spinner mexe com a atenção e a criatividade da turminha, mas é preciso moderação.

Quanto mais ele gira, mais eles gostam. O hand spinner, que virou febre nos Estados Unidos, chegou ao Brasil e causou o mesmo efeito.

A tradução do nome ao pé da letra já explica tudo: é um girador de mão. Basta segurar com os dedos e girar. O mais comum é feito de plástico e metal, com uma pequena hélice de três pontas. Mas a cada dia que passa , surge um infinidade de variações, com luzes e formatos diferentes, inclusive de fabricação própria

Alunos da Stance Dual

Este brinquedinho que chegou a ser um problemão para os professores porque desvia a atenção dos alunos dentro da sala de aula, na Stance Dual ganhou uma atenção especial: dentro de uma oficina ele virou objeto de estudo.

As crianças projetam e constroem seus próprios spinners para depois brincar lá fora, na hora do intervalo.

A aluna Luana Garcia, de 11 anos, conta que construiu um “mata gato”. “Foi muito legal. Eu usei quatro rodantes e foi muito fácil de fazer, não é difícil”, conta.

O brinquedo pode ajuda a desenvolver vários sentidos. A professora de tecnologia educacional da Stance Dual, Juliana Caetano, diz que ele ajuda “na criatividade, na resiliência, nas habilidades manuais porque não é fácil usar um serra não é fácil usar um compasso e eles mexem também com conceitos científicos”.

Ana e as amigas decidiram montar um com lápis de cor. É um dedicação de se admirar. “Vai ficar igual aos outros, mas um pouco maior e a gente não tem certeza de vai girar como os outros; é uma experiência”, explica Ana Lucia Lopes, de 11 anos.

A coordenadora pedagógica da Strance Dual, Denise Jardim, diz que com o spinner os alunos “saem um pouco dos jogos de celular e tem uma interação bacana e competição”.

Há quem defenda que o spinner auxilia na concentração de crianças hiperativas com déficit de atenção, mas não há nada comprovado. Então, como tudo, é preciso moderação.

 

 

 

 

 

 

 

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