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Ano letivo começa com greve de professores em três Estados

Docentes de Rondônia, Goiás e Piauí reivindicam o cumprimento da lei do piso do magistério e investimento de 10% do PIB em educação, relata o portal Terra

O início do ano letivo começou com greve dos professores nas escolas estaduais de Rondônia, Goiás e Piauí, relata o portal Terra. As reivindicações vão desde o cumprimento da lei do piso do magistério, até do investimento de 10% do PIB em educação.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) está convocando uma paralisação nacional para os próximos dias 14, 15 e 16. O sindicato nacional da categoria garante que 30 filiados já confirmaram adesão.

Hoje, em Brasília, a CNTE teve uma reunião com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para tentar pressionar contra a aprovação de um projeto que muda o critério de reajuste do piso. Os governadores e prefeitos exigem o reajuste pela inflação medida pelo INPC – de 6% em 2011. Segundo informa o twitter da presidente da Comissão de Educação da Câmara, Fátima Bezerra (PT-RN), ficou definido que será criada uma comissão para debater o assunto.

O piso teve um reajuste de 22,22% e passou para R$ 1.451, retroativos a janeiro. O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, disse na quarta-feira que será preciso negociação para evitar o acirramento das greves.

Em São Paulo, diz a reportagem do Terra, haverá uma assembleia após os três dias de mobilização quando será decidido sobre a continuidade ou não do movimento. Em Brasília, o sindicato fala em paralisação e indicativo de greve no próximo dia 8.

No Mato Grosso do Sul, o diretor financeiro da Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems), Jaime Teixeira, afirmou que o piso já é pago na rede estadual, mas a campanha de paralisação nos três dias de março será para pressionar os municípios que ainda não cumprem a lei.

No Piauí, a greve começou no dia 27 de fevereiro para pressionar o pagamento do piso. Os professores tem uma assembléia nesta quinta-feira para avaliar o movimento.

Em Rondônia, os professores estão parados desde o dia 23 de fevereiro. A categoria decidiu permanecer com as atividades paralisadas até hoje, quando o governo estadual prometeu negociar. Caso o resultado não atenda as reivindicações, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero) informou que poderá entrar em greve por tempo indeterminado.

Em Goiás, a paralisação teve início dia 6 de fevereiro. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) informa a paralisação foi definida porque o governo estadual retirou a gratificação por titularidade e achatou a tabela salarial.

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