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Atraso no certificado do Enem pode deixar alunos sem vaga no ensino superior

Impasse entre o Ministério da Educação e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo pode prejudicar cerca de 50 mil alunos, noticia a Folha de S. Paulo

Uma divergência entre o Ministério da Educação e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sobre a forma de transmissão de dados poderá impedir que estudantes que usaram o Enem para garantir o certificado do ensino médio obtenham vaga no ensino superior. De acordo com notícia da Folha de S. Paulo, cerca de 50 mil alunos podem ser prejudicados.

Este ano, o aluno com mais de 18 anos que fez o Enem e tirou nota 400 em conhecimentos gerais e 500 na redação tem direito a receber o certificado, equivalente ao diploma de conclusão do ensino médio.

De acordo com o jornal, o MEC colocou na internet uma página para que os alunos demonstrem interesse no certificado (http://sistemasenem2.inep.gov.br/Enem2009/) e deu prazo até 31 de março. Em princípio, diz a reportagem de Fábio Takahashi, só ao final do prazo os dados serão enviados aos Estados, os responsáveis pela emissão do documento.

O problema é que até o dia 31 de março as inscrições para muitas matrículas já se encerraram. Outro problema é que a confirmação de bolsa de estudo no ProUni termina na próxima sexta-feira, dia 26.

O ministério garante que se a secretaria enviar a relação de alunos que procuram o certificado pode mandar os dados das notas “no dia seguinte”. A secretaria paulista alega que não foi informada da possibilidade e diz que o MEC, como responsável pelo Enem, deve informar quem precisa do certificado.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo sugere que o Ministério da Educação envie o banco de dados dos alunos, mas o MEC alega que as informações são sigilosas e só fornece dados específicos.

A Folha de S. Paulo revela que o Inep admite que houve erro no formulário do Enem, pois deveria ter a opção para o aluno informar o interesse no certificado. O MEC nega a informação e alega que ela poderia ser discriminatória.

A reportagem informa ainda que não obteve resposta de outros Estados sobre o problema.

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