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Avaliação em Goiás mostra alunos abaixo da média

As piores notas foram dos estudantes de 9º ano: 4,4 em língua portuguesa e 2,8 em matemática.

Os alunos da rede estadual de ensino de Goiás apresentaram notas abaixo de 5 (em uma escala até 10) na primeira Avaliação Diagnóstica da Rede, divulgada sexta-feira, dia 1° de abril. As piores notas foram dos estudantes de 9º ano: 4,4 em língua portuguesa e 2,8 em matemática. Os alunos do 5º ano tiveram médias de 5,5 em português e 4,3 em matemática. No 3º ano do ensino médio, as notas médias foram de 4,6 em língua portuguesa e de 3,4 em matemática.

O exame foi aplicado no último dia 3 de março e teve a participação de 160 mil alunos das 1.095 escolas públicas espalhadas pelos 246 municípios goianos.

O jornal O Popular chegou a publicar que a média das notas estava abaixo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que é de 4,6. No entanto, a Secretaria de Educação esclareceu que as avaliações não podem ser comparadas porque o sistema do Ministério da Educação inclui o fluxo escolar e o desempenho na Prova Brasil. Já o teste estadual mede apenas o desempenho na prova.

A secretaria planeja fazer provas de avaliação a cada dois meses; no final do ano será divulgado um índice geral de educação do estado.

Segundo o jornal, a secretaria anunciou várias medidas para tentar melhorar a aprendizagem nas escolas, entre elas, a reformulação das aulas de reforço, formação específica para os professores de língua portuguesa e matemática, apoio pedagógico intensivo, melhoria do material didático e formação de tutores, que acompanharão a aplicação das políticas pedagógicas nas escolas. Está prevista também a criação de uma plataforma na internet para fazer o intercâmbio entre gestores e professores da rede.

O Popular informa que todas as escolas terão de criar planos para melhorar o desempenho dos alunos. A secretaria não divulgou ranking das escolas para evitar competitividade e estigma entre alunos.

O jornal relembra reportagem publicada no dia 14 de março segundo a qual 40% das 1.095 escolas da rede (448 unidades) precisam de reformas urgentes.

O secretário da Educação, Thiago Peixoto, prometeu para os próximos 15 dias reformas de 61 escolas que tiveram estruturas condenadas após vistoria do Ministério Público e do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.

O secretário prometeu ainda pagar o piso nacional dos professores. O jornal não informa qual é o salário atual do professor em início de carreira para jornada de 40 horas.

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