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Candidato lesado no Enem poderá fazer nova prova

Inep colocará na quarta-feira uma página na internet para que os estudantes prejudicados relatem o ocorrido
Os candidatos que tiveram problemas com o caderno de provas de cor amarela do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no domingo, poderão refazer a avaliação caso tenham sido lesados. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) informou à Agência Brasil que essa possibilidade será adotada “em último caso”. Segundo a autarquia do Ministério da Educação, o problema ocorreu em menos de 1% das provas amarelas – cerca de 20 mil.

O Inep informou que irá colocar na quarta-feira uma página na internet – www.enem.inep.gov.br – para que os estudantes prejudicados relatem o ocorrido. O sistema ficará disponível até o dia 16.

Sobre o problema com as provas de sábado – o cabeçalho das provas de ciências da natureza e ciências humanas estava trocado – o Inep informou que os estudantes mal orientados pelos fiscais poderão requerer na internet uma correção diferenciada.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, recomendou aos candidatos prejudicados que procurem o Ministério Público para relatar o problema. Uma das possibilidades, segundo ele, é que o exame seja anulado e aplicado novamente.

De acordo com o presidente do Inep, Joaquim Soares Neto, os problemas não vão atrasar a divulgação dos resultados do gabarito, previstos para terça-feira, às 18 horas. Na avaliação dele, o exame foi um “sucesso.” “A missão foi cumprida. Me sinto orgulhoso de ter liderado um processo dessa dimensão. Todo processo dessa dimensão pode ter alguns problemas, mas não vejo como esses problemas de alguma forma podem minar o Enem”, afirmou.

Segundo o MEC, 3,3 milhões de candidatos compareceram às provas. Estavam inscritos no exame 4,6 milhões de pessoas. No primeiro dia do exame a abstenção foi de 26,7% e aumentou para 29,2% no segundo dia. Para o presidente do Inep, o índice de abstenção está “dentro da normalidade”. No ano passado, quando as provas foram adiadas por dois meses em função do vazamento, a abstenção foi superior a 40%.

Segundo o presidente do Inep, “não houve registro de nenhuma falha de segurança durante as provas”.

No entanto, a agência de notícias do governo federal informou sobre dois incidentes. Em Recife, um repórter conseguiu entrar no banheiro com o celular e mandar uma mensagem de texto ao jornal em que trabalha informando o tema da redação. O Inep encaminhou o caso à Polícia Federal.

Em Belo Horizonte, um aluno foi pego usando o celular dentro da sala de aula e foi retirado para prestar informações à polícia. “Se o estudante entra com o aparelho de comunicação escondido, não tem como o fiscal de sala verificar isso. No caso dos alunos em que temos a evidência [da tentativa de fraude], vamos encaminhar para as autoridades”, afirmou.

O estudante que realizou as provas pode concorrer a uma das 83 mil vagas em universidades federais, além do Programa Universidade Para Todos (Prouni) que, em média, tem oferecido 100 mil bolsas a cada processo seletivo.точилкилингвальные брекеты отзывыкупить центральный многоступенчатый скважинный глубинный насос плюс