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Carteira digital será ampliada na rede pública

A meta é que cada uma das capitais brasileiras tenha uma sala com ao menos 30 carteiras em 2009

O uso da carteira digital na rede pública de ensino deverá crescer em 2009, informa o jornal O Estado de S. Paulo deste domingo, dia 21. A meta da Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) é que cada uma das capitais brasileiras tenha uma sala com ao menos 30 carteiras.

A carteira digital é do mesmo tamanho de uma convencional, com teclado e mouse individuais. Cada uma tem sua superfície de vidro coberta por um filme condutor de eletricidade que permite ao aluno desenhar, escrever, acionar comandos e menus com uma caneta interativa. O monitor de LCD tem 15 polegadas e pode ficar na vertical, horizontal ou posições intermediárias.

A tecnologia foi testada este ano em Serrana, no interior de São Paulo, onde 150 alunos da rede municipal usam o equipamento na escola Maria Celina Walter de Assis. O ministério destinou R$ 2,5 milhões para a prefeitura e para convênios com o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas, e a Associação Brasileira de Informática (Abinfo).

O secretário do MCT, Joe Valle, diz que São Vicente, também em São Paulo, será a próxima cidade beneficiada e terá R$ 1 milhão para investir nos equipamentos. “Temos três protótipos em São Vicente e isso poderá ser ampliado. Também teremos uma sala-modelo no MCT em Brasília, com 20 computadores, em janeiro, e queremos levar a tecnologia para todas as capitais”, afirmou à repórter Tatiana Fávaro.

Em Serrana, um processador serve cinco carteiras, mas as crianças interagem individualmente. “Esperamos que isso torne o processo educacional mais eficaz”, diz a professora Angélica Vale, da escola Maria Celina. Segundo o pesquisador Victor Mammana, a tecnologia permite que o aluno tenha a sensação de escrever no monitor.

O objetivo da carteira digital não é a substituição dos materiais convencionais. “Queremos integrar as ferramentas educacionais da melhor forma”, explica o diretor da escola, Miguel João Neto. Segundo ele, cinco salas usam o equipamento e internet de banda larga desde setembro. O projeto prevê ampliação para 41 em 2009. “A prefeitura já disponibilizou 500 móveis para adaptar a carteira. As escolas receberão lousas digitais. E para as unidades que não poderão ser contempladas, teremos o B-Del, um auxiliar eletrônico com computador, DVD, home theater e wireless.”

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