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Ceará lança Observatório Social em Educação

Projeto de iniciativa de empresários promete trabalhar pela qualidade na educação básica, informa o jornal O Povo

O poder público, universidades e empresários lançaram na segunda-feira o Observatório Social em Educação, um projeto que promete trabalhar pela qualidade na educação básica, informa o jornal O Povo.

De iniciativa do Centro da Indústria do Ceará (CIC), a ideia é mobilizar toda a sociedade. “O CIC fará a articulação entre a iniciativa pública e privada para traçar um plano estratégico de eliminação das contradições sobre a educação”, disse o presidente do centro, Robinson Passos, à repórter Viviane Gonçalves.

O vice-reitor da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Antônio Gomes, também prometeu ajudar, principalmente no interior do Estado. “Tudo o que é inserido de conhecimento gera um impacto muito grande nos municípios, principalmente nos menores. A universidade vai ajudar no Observatório porque tem uma inserção forte no interior do Estado”, disse.

O coordenador de Desenvolvimento Regional da pró-reitoria de Extensão da UFC, Fernando Xavier, acredita que o Observatório Social poderá ajudar na gestão do poder público. “As políticas públicas poderão ser modificadas com a criação de um novo modelo de gestão”, afirmou ao jornal.

O economista Cláudio de Moura Castro participou do lançamento do projeto e cobrou mais participação dos empresários na educação pública. “Se a educação é ruim, os empresários vão receber mão de obra desqualificada. Não adianta se interessar vagamente pela educação pública, é preciso um conjunto de atividades que façam a diferença”, disse.

Não opinião dele, todos já sabem da importância da qualidade na educação e o momento agora é de ação. “Há uma suposta invisibilidade de resultados na educação. O Observatório vai criar um repertório de exemplos favoráveis nesta área”, disse.

A coordenadora do Observatório, Ruth Cunha, disse ao site do CIC que a proposta é entender os indicadores e saber as reais condições da educação. “O grande diferencial é sair dessa mesmice de estar olhando sempre para os números. Temos que observar e também fazer uma tradução e uma definição dessa observação, uma análise, uma leitura dos números. O que importa é que eu compreenda”, afirmou.

Ela informou que o Observatório poderá criar estatísticas próprias, realizar seminários e oficinas, mas disse que não existe um projeto pronto. “No momento do fazer acontecer, ele vai se modificando. Nós queremos todos os parceiros possíveis porque esse movimento precisa nascer de maneira coletiva”, disse.

De acordo com Ruth, que é diretora do CIC, o projeto não é somente debater a educação formal, mas também educação no trânsito, no meio ambiente e na sociedade de uma forma geral. “O Observatório é um instrumento que tende a ser um veículo de comunicação com a sociedade”, disse.

O CIC informa que está estabelecendo parcerias com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Fortaleza, Sindicatos Industriais, Sebrae e Sena e já convidou as universidades Federal e Estadual do Ceará.

Leia a matéria de O Povo

http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/880350.html

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