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Computador educacional custará R$ 553,00

A vencedora é a paulista Comsat, que produz o portátil Mobilis, criado pela indiana Encore. Ao todo serão distribuídas 150 mil máquinas para 300 escolas públicas, em 270 municípios

Depois de quatro horas de pregão eletrônico, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) decidiu na quarta-feira, dia 17, acertar a compra de 150 mil computadores portáteis que serão distribuídos entre 300 escolas públicas, em 270 municípios. Segundo o jornal Valor Econômico, a autarquia do Ministério da Educação avaliou as propostas de sete empresas e anunciou como vencedora a empresa paulista Comsat, que produz o portátil Mobilis, criado pela companhia indiana Encore.

Ao todo, serão investidos R$ 82,55 milhões, valor que inclui a distribuição nas escolas, 12 meses de garantia, manutenção e configuração das máquinas. O computador tem memória RAM de 512 megabytes, capacidade de 1 gigabyte, tela de cristal líquido de sete polegadas, acesso a internet sem fio e pacote de software de código aberto. Tem ainda editor de textos, planilhas e apresentação de slides.

O MEC ainda irá testar o equipamento para verificar se atende às exigências do edital. O equipamento é testado em um projeto piloto na escola da Vila Planalto, no Distrito Federal. “Estamos prontos. Agora vamos trabalhar no projeto”, disse o diretor-presidente da Comsat. Jakson Alexandre Sosa, ao repórter André Borges.

Segundo o jornal, o resultado surpreendeu o mercado, já que no primeiro pregão, há um ano, a Comsat não participou, porque, segundo Sosa, o equipamento não atendia às especificações técnicas do edital. Na ocasião, quem venceu o pregão foi a Positivo Informática, com uma proposta de R$ 654,00 por portátil. O governo não aprovou a compra e o pregão foi cancelado. A Positivo também participou da disputa este ano, mas ficou em terceiro lugar, com uma proposta de R$ 100,24 milhões.

 

O Valor informa ainda que a Comsat terá 40 dias para distribuir o primeiro lote – 105 mil máquinas, o equivalente a 70% do total. Cada escola decidirá se o aluno poderá ou não levar o micro para casa.

A íntegra da reportagem do Valor Econômico (só para assinantes do jornal)

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