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Computador na escola só dá resultado com internet

Segundo pesquisa do Inep, ter computadores ligados à rede eleva em 5,6 pontos o resultado dos alunos, informa reportagem do jornal O Estado de São Paulo.

O que melhora o aprendizado na escola não é o computador e sim o acesso à internet, informa reportagem do jornal O Estado de São Paulo. Segundo pesquisa do Inep, ter computadores ligados à rede eleva em 5,6 pontos o resultado dos alunos.

Apenas manter laboratórios de informática diminui a média das escolas. “(Há) relação negativa entre a existência de laboratório de informática na escola e o desempenho escolar médio em matemática”, disse as pesquisadoras Roberta Bioi e Fabiana de Felício em entrevista à repórter Lisandra Paraguassú.

O estudo analisou as turmas de 4ª série do ensino fundamental que fizeram as provas de matemática e que participaram do Saeb em 1999, 2001 e 2003.

A pesquisa está servindo de argumento da Secretaria de Educação a Distância para defender o programa de informática do governo federal nas escolas. “Laboratórios conectados à rede, professores capacitados e conteúdo educacional para ser usado como material pedagógico, isso muda a sala de aula”, afirma o secretário de Ensino a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky.

Segundo a reportagem, o secretário não vê relação entre o uso de laboratórios sem acesso à internet e queda no desempenho. “Tenho certeza que os laboratórios ajudam. É preciso alfabetizar os alunos na informática”, disse ao jornal.

A matéria informa que o programa de informática atende hoje 40% dos alunos das escolas públicas, com 10 mil computadores. Até o final de 2009, o secretário promete chegar a 500 mil novos computadores, o suficiente para equipar 50 mil escolas.

Hoje, 43% dos municípios só têm conexão com a internet através de linha discada. Cerca de mil municípios não têm internet, diz a reportagem.

Uma das idéias para ampliar o acesso à internet nas escolas e nas cidades é usar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), um imposto de 2% sobre o valor das contas de telefone. O fundo tem mais de R$ 3 bilhões parados porque não há consenso sobre o uso deste dinheiro.

Leia a íntegra da reportagem

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