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Diplomas falsos são vendidos na internet

Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior afirma ao jornal O Estado de S. Paulo que suspeita do envolvimento de funcionários das universidades

Diplomas falsos de nível superior estão sendo vendidos livremente na internet até para quem nunca cursou uma universidade. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, os diplomas são entregues em até dez dias, com reconhecimento do Ministério da Educação e oficializado no Diário Oficial da União.

A repórter Natália Oliveira entrou em contato com site Sucesso Corp. (www.sucessocorp.com.br), mas não disse que se tratava de uma reportagem.

Um atendente identificado como Marcos explicou por telefone como funciona o esquema ilegal: a pessoa envia os documentos à faculdade e paga 60% do valor do diploma. Um diploma de Enfermagem, por exemplo, custa RS 6 mil.

“Tudo legalizado em 15 dias. Reconhecido e publicado. Você vai escanear os documentos e mandar por e-mail para lá (a faculdade). Eles vão fazer o encaixe e mandar para o MEC. Em dois ou três dias, o MEC deu ok. Você faz 60%. Mais oito dias, sai a publicação e eu mando levar”, disse o atendente.

Em outro site, não especificado pelo jornal, um atendente também ofereceu diplomas com entrega em todo o País. Por telefone, ele disse que consegue um número de registro que dá acesso ao histórico escolar de um aluno desistente do curso pretendido.

“O diploma é reconhecido e registrado e tem até o RA. Você vai poder checar dentro da própria instituição a autenticidade do que você está comprando. Tem muita gente que te vende um pedaço de papel e você não pode averiguar nada”, disse ao jornal.

O diretor jurídico da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, José Roberto Covac, disse que diplomas originais podem estar sendo usados no esquema e suspeita do envolvimento de funcionários das universidades. “Quem assina o diploma é o reitor. Quando a universidade faz o registro do diploma, ela verifica todo o registro acadêmico do aluno. Parece que há uma máfia e que alguém de dentro da universidade está fabricando documentação e registro. E o reitor acaba até assinando o diploma sem ter conhecimento”, afirmou a O Estado de S. Paulo.

A assessoria de imprensa do MEC disse que as universidades são “responsáveis” pelos diplomas e “não cabe ao MEC parte no processo”.

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