A educação inclusiva tem de ser bem feita
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Educação inclusiva. O desafio de uma boa aula

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Da parede para o papel. Muitos argumentos, reflexões e exercícios

Educação – Fazer um aluno com dificuldade de aprendizagem se apropriar do conhecimento é tarefa diária nas salas de aula do Colégio Graphein, em São Paulo. Um bom currículo aliado a bons professores, novas ferramentas e estratégias, garante que o aluno aprenda, se desenvolva e termine o ciclo escolar apto aos novos desafios que a vida adulta apresenta.

Para a especialista em inclusão, psicóloga, psicopedagoga e diretora geral do Colégio Graphein, Dra. Nívea Fabrício, trabalhar a educação/formação de um aluno com dificuldade de aprendizagem requer um trabalho minucioso por parte dos educadores. “Os professores têm de ser muito bem formados, com repertório amplo e muita criatividade. Para o aluno aprender, o professor tem de aproveitar as habilidades já desenvolvidas por ele. Um exemplo é o uso da tecnologia, ferramenta prazerosa e do domínio da maioria”, diz.

Ela conta que no Graphein a tão famosa vilã das aulas de química, a tabela periódica, é trabalhada com os alunos de forma lúdica e divertida. O segredo para uma aula com resultado é diversificar as estratégias.

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O trabalho com a tabela periódica é finalizado com aplicativo próprio no smartphone do aluno.

“A professora de química utilizou uma parede de azulejos do colégio para a construção de uma grande tabela periódica com alunos do EM.  Cada azulejo representou um elemento químico, e durante sua construção, a professora foi introduzindo os conceitos da matéria, com muita conversa e reflexão”, conta.

Depois, todo conhecimento construído na parede, foi “transferido” para o papel e acompanhado de muitas atividades. “Do papel, os alunos partiram para os tablets e celulares. Cada aluno fez download de um aplicativo contendo a tabela periódica, que ao contrário do papel, permitiu a interação do aluno e otimizou a execução das atividades”, explica a diretora. Segundo ela, essa é apenas uma das muitas formas de trabalhar com alunos que necessitam de um olhar especial.

 

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