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Educação infantil tira nota 3,4

Pesquisa “Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa” indica nível básico, informa O Estado de S. Paulo

A educação infantil brasileira merece nota 3,4, numa escala de zero a dez, conclui a pesquisa “Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa”, realizada pelo Ministério da Educação, Fundação Carlos Chagas e Banco Interamericano de Desenvolvimento e divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, dia 14.

A pesquisa dividiu a qualidade do ensino infantil em inadequado (1 a 3), básico (de 3 a 5), adequado (5 a 7), bom (7 a 8,5) e excelente (8,5 a 10).

Foram avaliados 43 aspectos divididos em áreas como espaço e mobiliário (média 3,1); rotinas de cuidado pessoal (4,1); linguagem e raciocínio (3,7); atividades (2,3); interação (5,6); estrutura do programa (2,5) e pais e equipe das escolas (3,6).

O aspecto que recebeu a nota mais baixa (1,6) avalia a disponibilidade de materiais para aulas de ciências. Já o que recebeu a nota mais alta, 6,7, analisa se as relações entre adultos e crianças são empáticas.

O estudo mediu a qualidade da creche (de 0 a 3 anos) e da pré-escola (4 e 5 anos) em seis capitais: Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Rio de Janeiro e Teresina.

O especialista em educação do BID no Brasil, Marcelo Alfaro, disse à repórter Mariana Mandelli que a área mais problemática é a “fundamentalização”. “Isso é observável, por exemplo, na disposição das carteiras nas salas de crianças 4 e 5 anos. É essencial construir uma identidade própria para a nossa educação infantil”, disse.

A solução, disse ele, está em investimentos em materiais a melhorias na formação dos professores. “A parceria entre o MEC e as secretarias municipais também é um tema central”, disse. Certamente a expansão da obrigatoriedade do ensino às crianças de 4 e 5 anos coloca muitos desafios, mas a meta deve ser universalizar com qualidade”, disse ao jornal.

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