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Educação sexual não incita a sexualização, diz especialista

Longe de estimular o início precoce da vida sexual, a educação sexual nas escolas contribui para um desenvolvimento das crianças baseado no autocuidado e na constituição de indivíduos conscientes de seus corpos. A avaliação é da coordenadora do curso de psicopedagogia do Instituto Singularidades Elizabeth Sanada.

“[A educação sexual] ajuda a desmistificar questões relacionadas a esse tema, ajuda essa criança a se proteger em relação ao seu próprio corpo e ajuda também a diminuir preconceitos e estereótipos”, analisa.

Na entrevista, a educadora comenta como o tema pode ser trabalhado no ensino básico, fala sobre os benefícios da conscientização dos alunos de diferentes idades e aponta exemplos de boas práticas ao abordar o assunto.

Instituto Singularidades

Segundo a educadora do Instituto Singularidades, a educação sexual também pode ser trabalhada dentro do currículo formal da escola, em disciplinas como língua portuguesa e história, por exemplo.

Elizabeth Sanada destaca a importância da escola tratar o tema em rodas de conversa e no debate sobre as dúvidas que os alunos apresentam, sempre apoiadas em referências bibliográficas  especializadas.

Ela ressalta também que a educação sexual faz parte de um trabalho preventivo contra eventuais abusos que possa sofrer. “A educação sexual deixa a criança mais protegida”, afirma em entrevista ao portal Net Claro Embratel.

Veja a íntegra da entrevista