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Educação especial: Qual a diferença entre a escola regular e a escola regular inclusiva?

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Especialistas em inclus?o afirmam que muitas fam?lias de crian?as com necessidades especiais, por preconceito , n?o matriculam seus filhos onde o diferente fica em evid?ncia

Educa??o especial – A matr?cula de alunos especiais nas escolas regulares ? lei. Nos ?ltimos 15 anos, o Brasil aumentou em mais de 1000% o n?mero de estudantes de inclus?o no ensino regular, mas o Pa?s ainda sofre com o preconceito que as fam?lias dos alunos especiais t?m em rela??o ?s escolas inclusivas, as mais preparadas para lidar com o desenvolvimento educativo de um grupo heterog?neo.

Na rede p?blica, os alunos de inclus?o s?o contemplados no contra per?odo escolar com aulas dadas por professores multifuncionais (capacitados pelo governo para trabalhar com a inclus?o) que, em articula??o com o professor de classe, refor?a o desenvolvimento do ensino e aprendizagem. Nas escolas particulares, a quest?o ? diferente.

Obrigadas pela lei a aceitar a matr?cula de crian?as com necessidades especiais, a maioria das escolas regulares desenvolve um curr?culo espec?fico, que contempla as necessidades do aluno de inclus?o. Especialistas em trabalhar com a educa??o inclusiva, no entanto, afirmam que dessa forma o aluno deixa de ser completamente integrado ao grupo e ao desenvolvimento educacional pertinente.

“Incluir ? fazer parte, ? estar junto. O aluno especial n?o pode se sentir o ?nico especial. Ele tem de sentir que todos os alunos s?o especiais, diferentes entre si, e, portanto, todos iguais”, diz a diretora e psic?loga do Col?gio Graphein, Dra. N?vea Fabr?cio.

O Col?gio Graphein e a Escola NANE – Novo ?ngulo Novo Esquema – em S?o Paulo, s?o institui??es de ensino regular inclusivas, que seguem ? risca a Declara??o de Salamanca (1994), desenvolvendo programas educacionais contemplando a diversidade e a singularidade de cada um dos seus aluno. Ao final dos estudos, eles v?o para as universidades ou s?o encaminhados para o mercado de trabalho. A educa??o Inclusiva assume que as diferen?as humanas s?o normais e que a aprendizagem deve ser adaptada ?s necessidades da crian?a, ao inv?s de se adaptar a crian?a ?s “necessidades” do processo de aprendizagem.

Preconceito das fam?lias dos alunos especiais em rela??o ?s escolas inclusivas…

“As grandes escolas privadas n?o s?o inclusivas. Elas atendem determinado padr?o de alunos e n?o foram devidamente estruturadas para atender o p?blico portador de necessidades especiais”, diz a diretora e psic?loga da Escola NANE, Dra. Suely Palmieri Robusti. E, no entanto, segundo ela, muitos pais optam em matricular seus filhos nas institui??es onde existe um padr?o de alunos que seguem o modelo da “normalidade”.

“Algumas fam?lias de crian?as com necessidades especiais t?m preconceito com o diferente. Quando pensam em uma escola regular, imaginam uma escola grande onde a fisionomia dos alunos n?o remete ?s crian?as especiais. Estes pais precisam quebrar este preconceito, e saber que as escolas regulares inclusivas elaboram curr?culos estrat?gicos que preparam o aluno para a vida adulta”, diz a diretora pedag?gica da NANE, Rita Rizzo.

“As dificuldades dos alunos especiais mudam de grau, eles evoluem, se estiverem matriculados em escolas inclusivas. ? importante que toda a sociedade saiba que a escola inclusiva ? diferente da escola especial. A escola inclusiva ? regular e trabalha com processos pedag?gicos que contemplem a diversidade”, diz a Dra. N?vea Fabr?cio, do Col?gio Graphein.

O objetivo maior de uma escola regular inclusiva, segundo as especialistas, ? o de preparar o aluno para que ocupe seu espa?o na sociedade, com autonomia e exercendo sua cidadania. Se a inclus?o ? mal feita, ele sempre ser? dependente e ser? um cidad?o pela metade.

Informa??es extras sobre a inclus?o de alunos especiais na rede regular:

A Lei 8.069/90 (art. 55 do Estatuto da Crian?a e do Adolescente) determina que as escolas de ensino regular – p?blica e privada – s?o obrigadas a matricular alunos portadores de necessidades especiais, independente do grau da dificuldade. O MEC lan?ou uma cartilha em agosto do ano passado orientando as fam?lias destes alunos, sobre os procedimentos legais e as orienta??es sobre a educa??o que cada um dos alunos especiais deve receber, garantindo o desenvolvimento no processo do ensino aprendizagem.

Cartilha: A Hora e a vez da fam?lia em uma sociedade inclusiva

LEI N? 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm

Art. 4? ? dever da fam?lia, da comunidade, da sociedade em geral e do poder p?blico assegurar, com absoluta prioridade, a efetiva??o dos direitos referentes ? vida, ? sa?de, ? alimenta??o, ? educa??o, ao esporte, ao lazer, ? profissionaliza??o, ? cultura, ? dignidade, ao respeito, ? liberdade e ? conviv?ncia familiar e comunit?ria.

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