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Escola municipal no Rio de Janeiro pode ser fechada por causa da violência

Segundo o Conselho de Defesa da Criança e do Adolescente, balas voltaram a marcar as paredes da escola na semana passada

O Conselho de Defesa da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro elaborou um relatório sugerindo o fechamento da escola municipal Mário Augusto Teixeira de Freitas, no bairro do Engenho Novo, por estar no meio dos confrontos entre traficantes rivais e policiais, informa o jornal O Dia. Segundo o relatório, balas voltaram marcar as paredes da escola na semana passada, apavorando alunos, professores e funcionários. A escola tem 339 alunos.

O documento será entregue até sexta-feira ao governador Sérgio Cabral, às secretarias estaduais de Segurança e Assistência dos Direitos Humanos e ao Conselho Tutelar. A Secretaria Municipal de Educação informou que irá falar após receber o relatório.

O relatório foi elaborado após uma reunião na segunda-feira, dia 26, no Armazém de Ideias e Ações Comunitárias (Aiacom) com 115 moradores da região.

O diretor do Aiacom, o psicólogo Roberto Pereira, disse ao repórter Ricardo Albuquerque que “há relatos de dificuldade na frequência dos alunos, mostrando que o local está em constante risco”.

O presidente do conselho, Carlos Nicodemus, disse que “os imóveis estão desvalorizados e as pessoas migram para outros bairros com medo da violência, o que poderá transformar o Engenho Novo numa espécie de deserto”.

A integrante da Pastoral das Favelas, Doroth Avelar, disse que pretende “organizar uma passeata pela paz no Engenho Novo, criando atividades nos fins de semana, em particular para os jovens”.

Segundo o jornal, a empresa Transurb transferiu o ponto final do ônibus da linha 422, na Praça Ibae, onde fica o colégio, para outro lugar mais afastado.

Leia a íntegra da matéria de O Dia

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