by /0 comments

Escolas de São Paulo sofrem com a violência

Apenas 24,15% das escola municipais recebem, por algumas horas, a vigilância da Guarda Civil Metropolitana

Um estudo do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos, obtido com exclusividade pelo Jornal da Tarde, mostra que apenas 24,15% das Escolas Municipais de Educação Infatil (Emef) recebem, por algumas horas, a vigilância da Guarda Civil Metropolitana. Segundo o SindiGuardas, em 2004, 70% delas contavam com segurança fixa. Ns Emef da capital estudam 531 mil alunos.

As principais ocorrências, além de furto e roubo de computadores, são brigas e tráfico de drogas na entrada e na saída dos alunos, e até nos intervalos das aulas.

O mapa da falta de estrutura e planejamento da Guarda Civil mostra que as escolas da periferia – campeãs de casos violentos – estão sem ronda escolar fixa, enquanto unidades das áreas nobres da Capital têm o quadro totalmente preenchido. Enquanto as 22 escolas de Capela do Socorro, na periferia da Zona Sul, não têm nenhuma ronda escolar, todos os alunos que freqüentam a rede municipal de ensino dos bairros de Pinheiros e Lapa estão ‘bem guardados’.

A região mais crítica é a Sul, onde apenas 5,8% das escolas têm ronda escolar. “A situação está dramática. Os guardas são remanejados para a fiscalização do Centro e a ronda escolar fica em último plano. O resultado é o prejuízo à educação”, avalia o vice-presidente do SindiGuardas, Carlos Augusto Silva.

телеканал возрождение владимир мунтянмакияж черныеландшафтный освещение барнаул