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Escolas regulares estão preparadas para acolher crianças com necessidades especiais?

Escolas regulares estão preparadas para acolher crianças e jovens com necessidades especiais, como diz a lei?

 

Muitas crianças e jovens no nosso país tem dificuldades de aprendizagem. Como acolhê-los no âmbito educacional, de modo efetivo, é a questão.

As escolas regulares, em geral, devem atender a uma legislação que diz respeito ao acolhimento deste público. Entretanto, estariam elas preparadas?

Quem responde é a psicóloga Suely Palmieri Rubosti, diretora da escola NANE – Novo Ângulo Novo Esquema, uma escola regular inclusiva e modelo neste quesito.

Segundo ela, as escolas regulares trabalham baseadas em um perfil específico de alunos.

Incluir crianças com dificuldades de aprendizagem, portanto, demanda uma preparação dos professores e de estrutura pedagógica, que nem sempre são tomadas com o devido cuidado. É  importante, também, redobrar a atenção perante estes alunos, para não promover maior exclusão dentro do próprio ambiente educacional.

Tanto os pais, quanto os próprios educadores, não conhecem as boas práticas de uma educação inclusiva.

A adaptação pedagógica se faz necessária, assim como a troca de experiências, no ambiente educacional. É uma responsabilidade social que merece ser amplamente discutida.

Com uma metodologia adequada como a da Escola NANE, a relação do professor-aluno é distinta: o atendimento se faz mais individualizado, enquanto a programação e o conteúdo permanecem os mesmos. São dados instrumentos para este saber lidar com a situação que o circunda, no ambiente de aprendizagem.

Confirma a matéria produzida sobre o tema pela TV Faz Muito Bem.