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Governo desiste de ampliar em 2 anos curso de medicina

Ideia agora é criar uma residência médica obrigatória no SUS ao final dos seis anos de graduação
O governo federal desistiu da proposta de aumentar de seis para oito anos o tempo da graduação dos cursos de medicina, com os dois últimos anos de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS). O anuncio aconteceu nesta quarta-feira, dia 31, em que os profissionais da saúde realizam mais um protesto contra o projeto Mais Médicos, lançado no último dia 8.

Agora, o governo defende uma residência médica obrigatória no SUS ao final dos seis anos de graduação para algumas atividades da medicina. Segundo a Agência Brasil, a proposta será levada ao Congresso Nacional para o relator da medida provisória que cria o programa. A intenção é que este novo modelo vigore a partir de 2018.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, acredita que haverá vagas de residência para todos os estudantes de medicina, “É evidente que algumas especialidades são mais disputadas, terão exames de seleção. Mas terá vaga para todo estudante de medicina. A partir de 2018, queremos condicionar para algumas atividades da medicina a obrigatoriedade da residência, a exemplo do que ocorre em alguns países”, disse.

De acordo com ele, a decisão foi tomada em discussão com diretores de faculdades, comissão de especialistas e representantes da Associação Brasileira de Educação Médica.project forwardлобановский александр компроматбани