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Governo planeja ensino técnico para 2 milhões

Idéia é ampliar em 185% o número de alunos matriculados nas instituições de educação profissionalizante nos próximos cinco anos

O governo federal planeja ampliar em 185% o número de alunos matriculados nas instituições de educação profissionalizante do país nos próximos cinco anos, informa a PrimaPagina. A previsão é chegar a 2 milhões de estudantes até 2011; hoje, freqüentam esse tipo de curso 700 mil pessoas, segundo o Ministério da Educação.

Como estratégia para alcançar esse número, o governo pretende aumentar a oferta de escolas que oferecem ensino à distância. “No Plano de Desenvolvimento da Educação do MEC existe um conjunto de ações fortes, entre elas expandir a rede federal para 150 mil escolas profissionalizantes. Temos também a intenção de apoiar outras mil escolas públicas estaduais e municipais do tipo, que ofereçam educação presencial. Mas só com a educação presencial não dá pra chegar ao número pretendido”, disse o secretário-substituto de Educação Profissionalizante do MEC, Getúlio Marques Ferreira, em entrevista à repórter Talita Bedinelli.

Neste ano, cerca de cem instituições públicas municipais e estaduais que oferecem cursos de ensino técnico de nível médio (universidades, centros de educação tecnológica, escolas técnicas e escolas agrotécnicas) serão selecionadas por meio de um edital para ministrar os cursos a distância. O edital está disponível no site da iniciativa, chamada Escola Técnica Aberta do Brasil. As aulas devem começar apenas em 2008. Até o fim de 2007, o MEC capacitará os professores que serão responsáveis pelas atividades.

A meta, de acordo com Ferreira, é que cada escola tenha pelo menos 100 novos alunos. “Mas tudo vai depender das condições das escolas, do que elas precisam, porque a verba é limitada”, ressalta. Serão destinados R$ 64 milhões para compra de equipamentos de informática e pagamento de bolsa para os docentes. Outros R$ 50 milhões serão investidos na compra de laboratórios móveis, que circularão pelos municípios. “As instituições também terão salas próprias com computadores. A idéia é permitir que aquele que não tem o computador possa acessar as aulas em um local próximo de sua casa”, diz.

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