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Índice de Desenvolvimento da Educação sobe 0,4 ponto

Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental subiu de 4,2 pontos em 2007 para 4,6 em 2009
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos anos iniciais do ensino fundamental subiu de 4,2 pontos em 2007 para 4,6 em 2009, informou nesta quinta-feira, dia 1°, o Ministério da Educação. O resultado supera em 0,4 ponto a meta prevista.

Criado em 2005, o Ideb varia de zero a dez e a meta é que o país atinja a nota 6 até 2022. O índice é calculado a cada dois anos e tem como base a nota da Prova Brasil e os índices de reprovação. O Ideb atribui uma nota para cada escola e também para cada rede municipal e estadual.

O Ideb também avalia os anos finais do ensino fundamental e o ensino médio. Nas séries finais do ensino fundamental, o indicador subiu de 3,8 em 2007 para 4 em 2009. A meta era 3,7.

No ensino médio, o Ideb passou de 3,5 em 2007 para 3,6 em 2009 e atingiu a meta prevista de 3,5 pontos.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o crescimento das notas do Ideb pode diminuir. “Provavelmente observaremos daqui para a frente um crescimento um pouco mais modesto nos anos iniciais, mais forte nos anos finais e no ensino médio, que vão colher o esforço que foi feito para que as crianças tivessem um aprendizado melhor”, disse, de acordo com a Agência Brasil.

A análise do crescimento do Ideb na primeira fase do ensino fundamental, de 4,2 para 4,6, mostra que o aumento de notas dos estudantes na Prova Brasil responde por 71,1% do acréscimo no Ideb. O resto se deu em razão da melhora nas taxas de aprovação escolar.

Nos anos finais do ensino fundamental, o aumento nas notas, de 3,8 para 4, mostra que 64% desse crescimento se deve à Prova Brasil, enquanto os outros 36% são decorrentes da melhora nas taxas de aprovação.

No caso do ensino médio, o Ideb avançou, de 3,5 para 3,6, em razão do desempenho dos estudantes na prova, que contribuiu com 57,9% do aumento do indicador.

Haddad acredita que o Brasil saiu do que ele chamou de recessão educacional. “Vínhamos de um período de recessão educacional, de queda de proficiência. Quando a educação começa a melhorar, é como uma onda; a arrancada mais forte se dá nos anos iniciais e se propaga, ao longo do tempo, nos finais e no ensino médio.”

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