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Mais de 1,1 milhão fazem a prova do Enade

Prova registrou problemas de organização em diversas cidades, informam os veículos de comunicação. Para o Ministério da Educação, “houve apenas registros de casos isolados”

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) realizadas domingo, dia 8, registrou problemas de organização em diversas cidades, informam os veículos de comunicação. Para o Ministério da Educação, “houve apenas registros de casos isolados que não comprometeram o objetivo do exame”. Mais de 1,1 milhão de universitários matriculados em 7.080 cursos de 1.807 diferentes instituições situadas em 997 municípios de todo o Brasil fizeram as provas.

Em Brasília, segundo reportagem do jornal Correio Brazilientes, a Consulplan, empresa contratada pelo Inep para fazer a avaliação, enviou o endereço errado para a maioria dos quase 900 alunos que se submeteram ao teste no colégio Gisno. No Centro de Ensino Fundamental 7, um estudante conseguiu sair da sala com o caderno de provas antes do horário permitido.

O jornal O Estado de S. Paulo noticiou que alunos de quatro faculdades privadas não levaram a prova com seriedade. Alguns responderam o questionário em 30 minutos.

Em Fortaleza, o Diário do Nordeste informou que não houve registro de problemas, mas alguns estudantes entrevistados reclamaram da prova. Para a estudante Vládia Oliveira, a “os textos eram muito longos” e o horário, ao meio-dia, a deixou “exausta”. Já o estudante de jornalismo Arthur da Rocha achou “a prova com nível um pouco baixo e parecida com o estilo do Enem”.

Em Salvador, Bahia, o jornal A Tarde não noticiou problemas e informou que boa parte dos estudantes fez a prova. No Recife, o Jornal do Commércio informa que muitos alunos não deram atenção à mudança de horário no Estado e perderam o exame.

 

UNE

Neste ano, a União Nacional dos Estudantes (UNE) não orientou os alunos a boicotar o Enade, como fez nos últimos dois anos. O presidente da UNE, Augusto Chagas, disse à Agência Brasil que algumas reivindicações foram atendidas e o governo alterou o sistema de avaliação das instituições.

“A nossa crítica tinha a ver com a implementação do conjunto do Sinaes [Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior]. O projeto era muito mais complexo e, na nossa opinião, o Ministério da Educação vinha divulgando dados com timidez, que mais confundia do que dava resultados. Eles fazia ranking das instituições baseado na nota dos estudantes”, disse Chagas.

Segundo ele, a partir deste ano foram implementadas mudanças como o questionário com os estudantes a respeito da faculdade que cursa e outros elementos para avaliar a própria universidade. “Então, resolvemos dar um voto de confiança, não fazendo o boicote”, disse o presidente da UNE.

O MEC garantiu que o Enade foi tranqüilo e o problema mais frequente foi o impedimento de acesso à sala dos alunos que chegaram após o horário de fechamento do portão de acesso. O ministério registro problemas em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Petrolina (PE).

O MEC garante que no caso de endereços errados fornecidos pela empresa contratada os estudantes não terão prejuízo.

Foram avaliados este ano os cursos de graduação em administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo. Pela primeira vez, também serão avaliados os cursos superiores de tecnologia em design de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.

O exame é obrigatório para os estudantes ingressantes e concluintes das áreas avaliadas. As provas e os gabaritos preliminares do Enade já estão disponíveis no portal do Inep. (http://enade2009.inep.gov.br)

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