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MEC anula provas de alunos; colégio vai à Justiça

Escola defende que o mais correto é anular as questões e que seus alunos não podem ser penalizados porque “não cometeram ilícito”
O Ministério da Educação decidiu anular as provas do Enem dos 639 alunos do colégio Christus, de Fortaleza, que fizeram um simulado da escola com questões idênticas às do exame nacional do ensino médio.

Em nota, a escola informou que vai recorrer na Justiça da decisão classificada como “ilegal e abusiva”. O colégio defende que o mais correto é anular as questões e que seus alunos não podem ser penalizados porque “não cometeram ilícito”.

Os itens vazaram durante a fase de pré-testes do Enem, da qual participaram alunos da escola cearense em outubro do ano passado.

O colégio acrescenta que alunos de outras escolas podem ter tido acesso ao material produzido pelo Christus e por isso a melhor forma de resolver o problema seria a anulação das questões.

“Como a identificação dos alunos que tomaram conhecimento prévio das questões é improvável, a lógica, o bom senso e a legalidade impõem, como solução, a anulação das questões coincidentes, como forma de restabelecer a isonomia”, defende a escola em nota.

Para o MEC, o fato configura quebra de isonomia e, por isso, há a necessidade de aplicar uma nova prova para os alunos do colégio. O ministério informou ainda, em nota, que, em caso de envolvimento da instituição de ensino ou de terceiros, “manifesta desde já sua intenção de processá-los civil e criminalmente”. A Polícia Federal continuará investigando o caso.купить палатку киевкопирайтер требуетсямедицинскую справку