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MEC cobra de todos economia de água e de energia

O Ministério da Educação assinou na quarta-feira, dia 15, uma portaria em que cobra de todas as autarquias, órgãos, fundações e empresas públicas vinculados à pasta integrem esforços para fazerem economia de água e energia. A portaria será publicada nos próximos dias, já no contexto do ajuste fiscal prometido pelo governo federal.

Sustentabilidade

A assinatura aconteceu na abertura do Congresso Internacional de Gestão de Inovação da Educação no Setor Público (Cigisp). Durante o evento foi lançada uma cartilha produzida a partir da consulta pública e do Prêmio Ideia – Desafio da Sustentabilidade. A consulta teve mais de 18 mil ideias inscritas.

Entre os objetivos da portaria estão melhorar a qualidade do gasto público pela eliminação do desperdício e pela melhoria contínua da gestão dos processos; incentivar a implementação de ações de eficiência energética nas edificações públicas; estimular ações para o consumo racional dos recursos naturais e bens públicos; garantir a gestão integrada de resíduos pós-consumo, com a destinação ambientalmente correta; melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho; reconhecer as melhores práticas de eficiência na utilização dos recursos públicos, nas dimensões de economicidade e socioambientais; compartilhar experiências práticas de sucesso, instruir, disseminar e promover o desenvolvimento de processos inovadores relacionados à educação e à administração pública em geral.

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, defendeu tolerância zero com o desperdício na administração pública. “Temos de mudar a concepção e saber que os recursos economizados em despesas correntes são mais recursos para investir na educação”, disse. “Esta agenda vai além do político, vai para a agenda da vida.”

Entre as instituições da rede federal premiadas foram classificadas em primeiro lugar — prêmio de R$ 3 milhões — a Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA).

A Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) e o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) ficaram com o segundo lugar em suas respectivas categorias e receberão R$ 1 milhão cada um. Os prêmios devem ser investidos na implementação de projetos de sustentabilidade.

Entre os participantes pessoa física, o prêmio de primeiro lugar do desafio Como Reduzir os Gastos com Consumo de Água nas Instituições Federais de Ensino? ficou com Fábio Rocha Barbosa, professor doutor da UFPI, na área de engenharia elétrica. No desafio Como Reduzir os Gastos com Consumo de Energia Elétrica nas Instituições Federais de Ensino?, o vencedor foi Lucas Cruz Sousa, estudante de engenharia elétrica da UFPI.


Assista ao vídeo sobre o Congresso Internacional de Gestão de Inovação da Educação do Setor Público

Os projetos premiados

Leia a cartilha Desafio da Sustentabilidade

Fonte: Agência Brasil e MEC

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