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Nova equipe do MEC tem engenheiro, matemático, historiador, sociólogo e cientista político

Das seis secretarias, quatro têm mudança de comando, além do Inep. O ministro cobrou dos empresariado mais investimento nas políticas públicas de educação
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou na terça-feira os nomes da sua equipe. Das seis secretarias, quatro têm mudança de comando, além do Inep.

O engenheiro civil Amaro Henrique Pessoa Lins vai ocupar a Secretaria de Educação Superior (Sesu), no lugar do matemático Luiz Cláudio Costa, já nomeado presidente do Inep.

Lins foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por dois mandatos e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Para a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) vai Arnóbio Marques de Almeida Junior, graduado em história e ex-governador do Acre pelo PT. É conhecido como Binho Marques.

Na Secretaria de Educação Básica o indicado é o sociólogo César Callegari, integrante do Conselho Nacional de Educacão e ex-secretário municipal de Educação de Taboão da Serra (SP).

O titular da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) será Marco Antônio Oliveira, que ocupou o cargo de secretário para a inclusão social na gestão de Mercandante no Ministério da Ciência, Tecnologia. Ele é graduado em ciências políticas e sociais.

Permanecem no MEC o secretário executivo Henrique Paim, o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Luís Fernando Massonetto, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Cláudia Dutra, os presidentes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, José Carlos Dias de Freitas, e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, além do atual ocupante da Secretaria Executiva Adjunta, Francisco das Chagas Fernandes.

Em entrevista, o ministro da Educação prometeu reduzir o prazo de construção de creches de dois anos e meio para apenas meio ano. Ele não explicou como. Disse apenas que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) está pesquisando métodos mais inteligentes e eficientes para apressar as obras do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância). O objetivo é construir 6.427 estabelecimentos até 2014. O investimento será de R$ 7,6 bilhões.

Segundo ele, a maior oferta de escolas infantis será acompanhada do programa Alfabetização na Idade Certa, a ser lançado nos próximos dias. O MEC diz que os estudantes na faixa de 6 a 8 anos terão as melhores salas de aula, os melhores horários, os melhores professores e o melhor material didático. O objetivo é que todas as crianças de 8 sejam alfabetizadas.

O ministro cobrou dos empresariado mais investimento nas políticas públicas de educação, principalmente no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “É preciso ter responsabilidade social e educacional na ponta, ajudando o financiamento da educação. Se o Brasil quiser ser competitivo, tem que investir na sociedade do conhecimento. Os empresários precisam pensar menos em rotatividade e mais em formar trabalhadores qualificados”, disse.Pochtolomконтроль wifiлетняя одежда для девочек фото