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Novo presidente da UNE prioriza a reforma universitária

Augusto Chagas também vai trabalhar para reconstruir a sede da União Nacional dos Estudantes no Rio de Janeiro e regulamentar a meia-entrada
Aprovar a reforma universitária, reconstruir a sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) no Rio de Janeiro e regulamentar a meia-entrada são as três prioridades definidas pelo novo presidente da UNE, Augusto Chagas, eleito nesse domingo para um mandato de dois anos. Ele obteve 71,84% dos 2.809 votos de delegados estudantis. De acordo com Agência Brasil, ele é o décimo presidente consecutivo da UNE ligado ao PCdoB e contou com o apoio de representantes do PT, PMDB, PTB e PSB.

O novo presidente da UNE tem 27 anos e cursa sistema de informações na Universidade de São Paulo (USP). Ele já fez ciências da computação na Universidade Estadual Paulista de Rio Claro e direito nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), onde não concluiu o curso.

Sobre o projeto de lei 5175, de 2009, em tramitação no Congresso Nacional, que institui marco regulatório para a educação superior, Augusto Chagas destacou a proibição de capital estrangeiro, além de maior autonomia dos alunos dentro das universidades particulares. “Os alunos das instituições privadas não têm voz nem direito a voto para a escolha de seus representantes internos”, disse.

O projeto foi apresentado em maio pela UNE e prevê também um auxílio-estudantil de cerca de 3/5 do salário mínimo vigente para todos os estudantes carentes, de universidades públicas e privadas. O objetivo é custear material didático e outros gastos para manter o estudante de baixa renda na universidade. A proposta também cria o auxílio-creche e licença maternidade para as estudantes universitárias.

A reconstrução da sede ainda depende de um empréstimo da Caixa Econômica Federal. A entidade recuperou recentemente a posse do terreno onde ficava a sua primeira sede, destruída durante a ditadura militar, no Flamengo. O valor da obra está orçado em R$ 30 milhões. “O projeto traz uma torre comercial com um centro cultural no fundo do terreno”, descreveu Chagas.

O novo presidente da UNE disse que pretende lutar para estabelecer um marco regulatório sobre o pagamento de meia-entrada em eventos culturais, já que não há mecanismos para saber quem tem direito ao benefício. Ele afirmou ser contra o projeto de lei, já aprovado no Senado, que propõe uma cota de 40% da bilheteria para o benefício.

Chagas disse a agência de notícias do governo federal ser legítimo o patrocínio público a entidades estudantis. “Os movimentos estudantis sempre construíram suas pautas independentemente do patrocínio. Eu acho dever do Poder Público patrocinar as atividades estudantis”, afirmou.частотность запросов в googleinterpretation companiesдомик для кукол монстер хай