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Melhora na educação aumenta Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil

O fator mais relevante para a melhoria foi o crescimento no índice relativo à taxa de alfabetização, que aumentou de 88,6% em 2005 para 89,6% em 2006 (10,4% de analfabetismo)

A melhora na educação fez o Brasil aumentar o seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre 2005 e 2006, informa o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). No relatório divulgado nesta quinta-feira, o Brasil manteve a 70ª posição em um ranking entre 179 nações, mas aumentou o IDH de 0,802 para 0,807 – o índice varia de 0 a 1.

O fator mais relevante para a melhoria do País foi o crescimento no índice relativo à taxa de alfabetização. O PIB per capita e a longevidade, outros dois indicadores que compõem o índice, também apresentaram melhora. Para monitorar o desempenho em educação, são usadas a taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos e a taxa bruta de matrícula nos três níveis de ensino.

Os novos números mostram que a taxa de alfabetização brasileira aumentou de 88,6% para 89,6% (10,4% de analfabetismo), correspondendo ao principal motivo da melhoria do IDH brasileiro. Já a taxa bruta de matrícula não sofreu alteração.

No ranking do índice referente à educação, o Brasil é o 65º do mundo. Educação é a item em que o Brasil mais se aproxima dos países ricos, superando a média mundial e a da América Latina.

O resultado do IDH mantém o Brasil entre as nações de alto desenvolvimento humano (IDH maior ou igual a 0,800), posição que passou a ocupar após a divulgação do Relatório de Desenvolvimento Humano do ano passado.

Em relação ao ranking passado, o Brasil foi ultrapassado pela Venezuela, pela ilha de Santa Lúcia, nas Antilhas, e pela entrada de duas novas nações na lista: Montenegro e Sérvia. Em compensação, ultrapassou quatro nações: Rússia, Ilhas Maurício, Bósnia Hezergovina e Tonga.

A Islândia continua no topo da lista do IDH, com 0,968, seguida de perto por Noruega. Na ponta de baixo, o pior IDH permanece sendo o de Serra Leoa (0,329); a penúltima colocação fica com a República Centro-Africana (0,352).

Leia a reportagem completa do Pnud

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