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Pais serão responsabilizados por violência nas escolas do Mato Grosso do Sul

Ministério Público e as redes estadual e municipais de educação traçam plano de combate à violência nas escolas públicas.
Desrespeito, intimidação, ameaças, danos ao patrimônio público e agressões físicas entre alunos e contra professores, diretores e funcionários das escolas começam a ser combatidos no Mato Grosso do Sul. Uma das idéias é responsabilizar os pais pelos atos violentos cometidos pelos filhos dentro das escolas.

“Se os alunos rabiscarem a carteira ou destruírem o patrimônio público, o pai será chamado para responder pelas conseqüências”, afirmou a superintendente de Políticas da Educação da Secretaria, Cheila Vendrami, ao portal da secretaria de Educação do Estado.

O “Plano de Ação do Ministério do Ministério Público, da Rede Estadual e Rede Municipal de Campo Grande em favor da permanência e sucesso do aluno” foi lançado esta semana, junto com um concurso de frases “Campo Grande Sem Violência” nas escolas públicas. O programa está sendo feito por adesão.

Na segunda-feira, uma palestra do promotor da 27ª promotoria da Infância e da Juventude, Sérgio Harfrouche, reuniu quase mil professores das redes estadual e municipal de Campo Grande com o objetivo de orientar os docentes a enfrentar questões de violência dentro da sala de aula. Os encontros acontecem até quarta-feira, dia 20, e pretendem reunir mais de 7,5 mil professores da rede pública.

O promotor explicou aos professores e diretores como irá funcionar a reintegração dos alunos infratores e como poderão usar o Estatuto da Criança e do Adolescente para manter a ordem nas escolas. “Haverá um termo de compromisso dos pais do aluno que estiver em conflito com a lei e comprometendo o aluno a manter a tranquilidade, frequência, bom comportamento, pontualidade, sob pena de regredir na medida e até voltar para internamento”, disse ao site do Ministério Público.

O plano começou com reuniões com as secretarias de estado e de municípios, Conselho do Direito da Criança e do Adolescente, sindicato de professores e diretores. Após as palestras com os professores e diretores, haverá encontros com os pais e os alunos.

O promotor disse que já foram feitas reuniões experimentais em três escolas e que o resultado foi bom. “Percebemos em professores e alunos a mesma ansiedade em ver o projeto funcionar. Os alunos querem ter aula, mas por conta de um ou outro e por falta de limites e falta de controle, isso se perde e acaba comprometendo todo o programa escolar”, afirmou.

O professor da rede pública estadual Álvaro Roberto Ferreira, que estava na palestra, espera que o projeto seja adotado em outros Estados. “Tomara que a iniciativa seja referência para todo o Brasil”, disse.контекстная реклама стоимостьукладка массивной доски на фанеру своими рукамиplay casino games online for money