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Prefeitura de São Paulo propõe aumentar teto salarial dos professores

Proposta cria novas referências para progresso na carreira, de acordo com tempo de serviço, formação e títulos

A prefeitura de São Paulo enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que aumenta o teto salarial dos professores. Pela proposta, duas novas referências para progresso na carreira são criadas, de acordo com tempo de serviço, formação e títulos.

O jornal O Estado de S. Paulo informa que se o projeto for aprovado, o salário mais alto, para 30 horas, chegará a R$ 3.938 – hoje é de R$ 3.472. Já docentes de jornada integral poderão receber R$ 5.251, contra os atuais R$ 4.629. No caso de diretores, supervisores e coordenadores, o aumento passaria de R$ 6.574 para R$ 7.457.

Em todas as categorias, os salários são completados com gratificações, como adi¬cional noturno e prêmio por desempenho.

A Secretaria Municipal de Educação informa que o topo na carreira é alcançado após 20 anos de serviço. Para a secretaria, a medida é necessária em função da aposentadoria. Com a definição de idade mínima de 50 anos para mulheres e 55 para homens, muitos professores atingem o topo na carreira antes de conseguir se aposentar e ficam impedidos de continuar evoluindo na carreira.

O presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação do Ensino Municipal (SINPEEM), Cláudio Fonseca, afirmou jornal que vai lutar pela extensão dos benefícios para os aposentados. “Do jeito que está, o projeto continua ruim para a categoria. É justo que o benefício contem¬ple os aposentados. Esse foi o acordo firmado com a prefeitura”, disse Fonseca a O Estado de S. Paulo.

O secretário de Educação, Cesar Callegari, confirmou que a proposta só vale para os docentes da ativa e garantiu que os aposentados terão um de 13,34% em 2014.

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