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Professor temporário reprovado será mediador de conflitos em São Paulo

Quem não passar na avaliação realizada pela Secretaria de Educação do Estado fará trabalhos de mediação de conflitos nas escolas e visitas às famílias dos alunos

Os professores temporários reprovados na prova de seleção realizada pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo farão trabalhos de mediação de conflitos nas escolas e visitas às famílias dos alunos. Um temporário ganha cerca de R$ 1.800 por mês.

De acordo com o Jornal da Tarde, batizado provisoriamente de “professor mediador escolar e comunitário”, o projeto já começa a valer em 2010.

A nova legislação aprovada este ano determina que os temporários que não passarem na avaliação não poderão lecionar em 2010, mas farão parte da recém-criada jornada mínima de 12 horas semanais em atividades extraclasse. Segundo o jornal, 88 mil temporários podem fazer parte deste grupo. A rede tem hoje 230 mil professores, sendo quase 50% temporários.

A Secretaria de Educação informou ao repórter Fabio Mazzitelli que o objetivo do programa é incentivar a maior participação das famílias na comunidade escolar e ampliar a chamada Justiça Restaurativa, processo de reparação de danos e reconstrução da paz pelo diálogo entre os envolvidos.

“O projeto apontava para a necessidade de ter uma pessoa, ainda que com uma dedicação pequena, que fosse o interlocutor permanente na escola da Justiça Restaurativa”, disse o chefe de gabinete da secretaria, Fernando Padula. “Vai bem ao encontro de algo que já foi diagnosticado, agindo para reduzir a violência, implantar a cultura de paz, melhorar o convívio e, por consequência, a aprendizagem dos alunos”.

A prova de avaliação teve 238 mil candidatos inscritos para vagas de professor temporário e foi aplicada em dezembro em 77 cidades paulistas. Em 2010, só está programado um concurso para preencher 10 mil vagas. Eles assumirão aulas em 2011.

No ano passado, quando a prova dos temporários foi realizada e depois teve seus resultados anulados após contestação na Justiça, cerca de 35 mil professores tiveram desempenho que o impediriam de ir para a sala de aula em 2009, segundo a Secretaria Estadual da Educação.

A rede estadual tem cerca de 5.300 escolas de ensino fundamental e/ou ensino médio e atende 5 milhões de estudantes.

Leia a matéria do Jornal da Tarde

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