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Professores estão em greve em dois Estados e duas capitais

Em Minas Gerais, Pará, Goiânia e Recife os docentes exigem aumento salarial, entre outras reivindicações

Uma onda de greve está atingindo as redes públicas de ensino de dois Estados – Minas Gerais e Pará – e de duas Capitais – Goiânia e Recife. Em todos os casos, os docentes exigem aumento salarial, entre outras reivindicações.

Em Minas, os professores estaduais estão parados desde o dia 8 de abril. A Justiça já declarou a greve ilegal e triplicou o valor da multa por dia de paralisação, de R$ 10 mil para R$ 30 mil, limitada a R$ 900 mil, informa o jornal O Estado de Minas. Além disso, determinou o bloqueio da conta do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE). A categoria já acumulou multa de R$ 130 mil.

Uma nova assembléia de professores está marcada para a terça-feira. Entre as reivindicações dos professores está o piso salarial de R$ 1.312 para jornada de trabalho de 24 horas semanais. Minas tem atualmente 220 mil trabalhadores da Educação.

No Pará, a greve completou 14 dias nesta sexta-feira, dia 21. Nas Escolas, informa o Diário do Pará, somente os funcionários são encontrados. Segundo o sindicato, 70% das escolas aderiram à greve.

Na quinta-feira, foi realizada mais uma audiência dos professores com a Secretaria de Educação (Seduc), mas ainda não há acordo previsto.

Em Belém, os professores realizaram uma paralisação de 24 horas na quinta-feira. Eles reivindicam vale alimentação e um reajuste de 11% no salário. A prefeitura ofereceu 9,78%. A categoria deve fazer uma assembleia no próximo dia 27.

Em Recife, os professores da rede municipal decretaram greve na quinta-feira durante assembleia geral, informa o Jornal do Commércio. A categoria fará paralisações nos três turnos na próxima segunda, dia 24 e terça-feira. No dia 28 haverá uma nova assembleia, quando os professores decidirão se deflagram greve por tempo indeterminado.

A categoria reivindica reajuste salarial de 15,63% e a prefeitura oferece 4,66%. Os professores também pedem reformulação do Plano de Cargos e Carreira (PCC), implantação de 1/3 da aula atividade, melhoria da estrutura das escolas e o fim da superlotação das salas. A rede municipal de ensino atende em média 100 mil alunos e tem 5.500 professores.

Em Goiânia, os mais de 13 mil professores e técnicos que trabalham nas escolas decidiram, quinta-feira, entrar em greve por tempo indeterminado, noticia o jornal O Popular.

A principal reivindicação dos professores é o pagamento do piso nacional de R$ 1,3 mil, para carga horária de 30 horas de trabalho semanais. Atualmente, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), esse valor é de R$ 950. No caso dos servidores administrativos, a reivindicação é pela reestruturação do plano de carreira.

A secretaria informou ao jornal, por meio de nota, que não se manifestará porque não foi oficialmente comunicada a respeito da greve.

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