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Protesto faz USP adiar eleição para reitor

Prédio da reitoria foi bloqueado por funcionários, estudantes e movimentos sociais. Eleição será nesta quarta-feira em local a ser definido

Um protesto de funcionários, estudantes e movimentos sociais fez a reitoria da Universidade de São Paulo adiar de hoje, terça-feira, para quarta-feira a eleição para o segundo turno das eleições para reitor.

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), Aníbal Cavali, disse ao site UOL que cerca de 1.000 pessoas participaram do protesto. “Garantimos hoje uma primeira vitória, mas quando soubermos do novo local, vamos manter nosso boicote”, disse.

O local da eleição ainda está indefinido, mas, de acordo com o site G1, uma das possibilidades é que seja no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), área militarizada que fica dentro da Cidade Universitária.

O blog da jornalista Renata Cafardo, de O Estado de S. Paulo, informa que o repórter Alexandre Gonçalves, do mesmo jornal, apurou que se a eleição não for na USP há a possibilidade de a polícia militar ser chamada.

A reitora Suely Vilela informou que enviará ainda hoje, por e-mail, o local da nova votação. Estão aptos a votar no segundo turno 320 eleitores.

Oito candidatos disputam o cargo de reitor. Os três mais votados formarão uma lista que será encaminhada ao governador José Serra (PSDB), que escolherá o vencedor.

No primeiro turno da eleição, os três candidatos mais votados foram Glaucius Oliva, João Grandino Rodas e Armando Corbani Ferraz.

Leia a nota da reitoria

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