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Rio Grande do Sul e Santa Catarina não querem reajuste do piso do professor pelo Fundeb

Segundo os jornais Correio do Povo (RS) e Diário Catarinense, os governadores não querem um reajuste de 22% e defendem como base de cálculo o INPC, de 6,8%

Os governadores do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina não pretendem reajustar o valor do piso salarial do professor pelo Fundeb, cujo índice gira em torno de 22%. Segundo os jornais Correio do Povo (RS) e Diário Catarinense eles querem usar como base de cálculo o INPC, de 6,8%. Pela lei do piso, o reajuste deve ser dado em janeiro, mas o Ministério da Educação ainda não definiu um valor.

Segundo o jornal gaúcho, o governador Tarso Genro deve apresentar nesta sexta-feira o calendário para cumprir a lei do piso do magistério. O secretário da Educação, José Clovis de Azevedo, garante que a proposta “vai ao encontro do pedido” do sindicato dos professores e servidores de escolas (Cpers). “Este calendário contemplará a promessa do governador, de pagar o piso até o fim do mandato, em 2014”, afirmou.

A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, no entanto, disse que a proposta “é um retrocesso na democracia e falta de respeito com a categoria”. Segundo ela, o Cpers não foi ouvido e a categoria “não aceitará migalhas”. Rejane acrescentou, no entanto, que o sindicato “tem disposição para negociar.”

O Correio do Povo relata que o cronograma não modificará o projeto de lei do Executivo, em tramitação na Assembleia Legislativa, que concede 23,5% de reajuste, com duas parcelas neste ano – a primeira, de 9,34%, em maio, 6,08% em novembro e 6% em fevereiro de 2013.

Conforme o governo, a proposta garante aumento real de 24% em relação ao básico do magistério. Com o aumento, a diferença do básico com relação ao piso nacional ficará em torno de 20%, segundo a Secretaria de Educação.

Já o governo de Santa Catarina informa que se o aumento do piso for de 22%, o custo seria de R$ 34 milhões a mais por mês na folha de pagamento. O Diário Catarinense informa que governador Raimundo Colombo vai a Brasília no próximo dia 28 para mostrar a dificuldade do Estado para atender ao índice de reajuste de 22%.

“É um valor que todos os estados e os municípios não vão conseguir pagar. Vamos colocar as dificuldades em cumprir isso. Não existem recursos públicos para cobrir essa despesa extra todo ano”, disse o governador ao jornal.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) já pediu ao governo de Santa Catarina que dê o reajuste de 22%. Uma assembleia estadual, marcada para 15 de março, irá discutir a questão salarial. Segundo o jornal, uma nova greve não está descartada.

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