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Rio Grande do Sul muda currículo do ensino médio

Em greve há 56 dias, eles tentaram acompanhar a votação do piso salarial no plenário da Assembléia, mas foram contidos pela polícia

A greve dos professores do Ceará, que já dura 56 dias, registrou cenas de violência nesta quinta-feira, dia 29, quando a Polícia Militar impediu que professores acompanhassem no plenário da Assembleia Legislativa a votação sobre o piso salarial da categoria. Houve um grande tumulto e vários professores ficaram feridos e outros foram detidos, informam os veículos de comunicação.

O projeto de lei que estabelece piso salarial de R$ 1.187 para apenas 270 professores de nível médio foi aprovado por 40 a 36. O presidente do sindicato dos professores, Anízio Melo, disse que a categoria reivindica piso de R$ 1.597,87 e reajustes também para professores graduados e pós-graduados.

“O governador (Cid Gomes) está pensando numa carreira que não valoriza a formação, o tempo de serviço, a qualificação e, principalmente, a oportunidade do professor querer ser professor”, afirmou o sindicalista.

O presidente da Assembleia, Roberto Cláudio, disse que “para conter a invasão que estava sendo iniciada ao plenário da casa para uma suposta inviabilização da sessão, foi preciso a força policial para conter essa invasão”.

Os professores decidiram continuar acampados na Assembleia Legistiva, que também mantém a segurança reforçada. Alguns professores estão em greve de fome. O governo do estado não comentou o assunto.

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