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Rio Grande do Sul muda eleição para diretor de escola

Professores e funcionários passarão a ter 50% dos votos e a outra parte ficará com os pais e alunos.

As eleições para os diretores das escolas públicas do Rio Grande do Sul vão mudar com a aprovação do projeto de lei sobre a Gestão Democrática do Ensino Público, noticia o jornal Correio do Povo. Entre as novidades, está a participação de pais e alunos na votação e a obrigatoriedade de um programa a ser apresentado pelo candidatos.

Com o projeto, os professores e funcionários passarão a ter 50% dos votos, e a outra parte ficará com os pais e alunos. Além disso, o mandato terá prazo de três anos e a reeleição dos diretores será restrita a apenas uma vez.

Para a presidente do sindicato dos professores (Cper), Rejane de Oliveira, os pais serão mais presentes e influentes nas decisões das escolas. “Para que a instituição possa desempenhar o seu papel na amplitude necessária, é fundamental que haja participação e envolvimento de todos”, afirmou ao jornal. Ela acredita que a nova lei também ampliará o envolvimento dos funcionários em relação às reivindicações de melhorias nas escolas.

O secretário estadual de Educação, Jose Clovis de Azevedo, acredita que a mudança fortalecerá a administração das escolas, já que os candidatos a diretor deverão apresentar programas para melhorar o ensino. “Com um plano de ação, o trabalho na gestão das instituições será mais direcionado e qualificado”, afirmou.

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