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Salas das escolas municipais de São Paulo estão abarrotadas

O Jornal da Tarde visitou três escolas municipais da zona sul de São Paulo e constatou um agravamento na superlotação das classes

O Jornal da Tarde visitou três escolas municipais da zona sul de São Paulo e constatou um agravamento na superlotação das classes. Segundo a reportagem, os motivos listados para o quadro seriam o fim do turno na hora do almoço em uma parte da rede, as reformas em algumas unidades e a falta histórica de outras.

A matéria traz a informação de que o sindicato dos professores reivindica 140 novas escolas na capital, com 12 salas cada, para que a aprendizagem da juventude ocorresse em contexto ideal.

Na escola ensino Cacilda Becker, um aluno da 8ª série contou que sua classe, “quando não vem todo mundo”, tem 40 estudantes. “Quando a turma toda aparece, fica com mais ainda, mais de 50”, disse, apesar de tal superlotação não ter sido confirmada por alguns professores abordados. Na escola Armando de Arruda Pereira, as mesmas reclamações. “Tem dia que precisa pegar carteira das outras classes. Tem muita cadeira quebrada e não dá para todo mundo”, disse outro aluno da 8ª série. “Cada classe está com uns 40 alunos, normalmente”, contou.

Na escola Nelson Pimentel Queiroz, a diretora cobrou o prefeito. “Tem que falar para o Kassab (Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo) fazer mais escola. Também enfrentamos a superlotação”, afirmou a dirigente Odila, que preferiu não fornecer o segundo nome. Na conta dos especialistas, uma classe ideal de ensino fundamental não deve ter mais de 30 alunos.

Segundo o presidente do sindicato dos professores municipais, Cláudio Fonseca, “a média na rede é de 37. É muito alta e o problema vem se agravando com o fim do 3º turno em algumas unidades. Temos casos que chegam a 40, 44 alunos”, diz.

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