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São Paulo adia pagamento para aluno de reforço

Os bons alunos, chamados tutores, também seriam remunerados (R$ 115 por mês), informa a Folha de S. Paulo

O governo de São Paulo decidiu adiar o programa que previa o pagamento de até R$ 50 em vales para os estudantes que participarem de aulas de reforço em matemática, informa a Folha de S. Paulo.

Pelo projeto, 1.200 alunos do ensino fundamental com notas baixas receberiam ajuda de 400 bons alunos do ensino médio, duas vezes por semana, por 90 dias. O pagamento em dinheiro era uma tentativa de atraí-los, já que o reforço não é obrigatório. Os bons alunos, chamados tutores, também seriam remunerados (R$ 115 por mês)

“É um projeto que está muito cru. Temos de amadurecer mais, discutir mais com a sociedade. Precisamos convencer as pessoas antes de implantá-lo. Está havendo polêmica desnecessária”, disse o secretário da Educação, Paulo Renato Souza, à jornalista Mônica Bergamo.

O secretário garantiu que continua apoiando a proposta. “Ela não é nem minha. É uma proposta do BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] e da Fipe, que já foi testada em vários lugares. Acho que pode ser testada também aqui”, afirmou.

Segundo o jornal, a suspensão do projeto foi feita após o encerramento das inscrições. Até a última quinta-feira, haviam se inscrito 2.500 candidatos a serem tutores e 3.000 para as aulas de reforço.

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