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São Paulo condiciona aumento do professor ao desempenho em provas

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, além do aumento salarial por tempo de serviço e cursos, os reajustes serão definidos também por uma prova realizada a cada três anos

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo apresenta nesta terça-feira um projeto de lei que muda a carreira do magistério. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, além do aumento salarial por tempo de serviço e cursos, os reajustes serão definidos também por uma prova realizada a cada três anos. O projeto terá que ser aprovado pela Assembleia Legislativa, onde o governo tem maioria.

A proposta contempla os 130 mil professores concursados e prevê a criação de cinco faixas salariais: a inicial será de R$ 1.834; depois da primeira prova, os mais qualificados terão 25% de aumento, passando para a segunda faixa; três anos depois, eles realizam a segunda prova e têm mais 25%; e assim por diante, até a quinta faixa.

Para passar para a segunda faixa, a nota mínima será seis, numa prova de zero a dez; para a terceira, a nota será sete; para a quarta, nota oito; e para alcançar a maior remuneração, a nota mínima será nove. Os salários poderão alcançar R$ 7.000 no fim da carreira. Hoje, um professor com 40 horas/aulas ganha no final da carreira cerca de R$ 3.100 mensais. O processo vai demorar 12 anos. Frequência e permanência na escola também vão contar pontos.

O projeto prevê ainda cursos para ajudar os professores a realizarem os exames. Ninguém será obrigado a fazer os exames. O jornal diz que a decisão de limitar o reajuste por mérito a 20% dos docentes é para não comprometer o orçamento.

Leia a íntegra da matéria da Folha de S. Paulo (só para assinantes do jornal)

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