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Sindicato dos professores defende greve nacional pelo piso

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação diz que “até o momento a maioria dos estados e municípios ignora a legislação em vigor desde 1ª de janeiro de 2009”
O boletim da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação divulgado nesta quinta-feira, dia 26, defende uma greve nacional para pressionar Estados e Municípios a pagarem o piso salarial dos professores. Segundo o sindicato filiado à CUT, “até o momento a maioria dos estados e municípios ignora a legislação em vigor desde 1ª de janeiro de 2009 e não aplica o piso salarial nacional do magistério”.

A entidade elaborou um “calendário de lutas” ao longo do mês de março e pensa em convocar a paralisação para abril ou maio. “Sindicatos filiados à nossa entidade decidirão em assembléias estaduais a data do início da greve nacional”, diz a CNTE.

Entre as sugestões apresentadas pela CNTE aos sindicatos estaduais estão organizar passeatas nas principais avenidas das cidades, promover atos públicos em frente aos prédios do Legislativo e Executivo e incentivar a criação de frentes parlamentares para pressionar os governos a cumprirem a lei.

A confederação também programou para o dia 2 abril um ato público na Praça dos Três Poderes, em Brasília, para cobrar do Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento do mérito da ação direta de inconstitucionalidade contra a lei proposta por um grupo de cinco governadores. A CNTE informa que no mesmo dia será protocolada uma reclamação junto ao Supremo contra Estados e Municípios que descumprem total ou parcialmente a lei do piso. “Os contracheques dos professores serão a principal prova dos ilícitos cometidos pelos gestores públicos”, diz o sindicato.

O boletim da confederação diz que o piso “é um instrumento de valorização profissional e de correção de distorções salariais de todo o país” e cobra respeito aos professores. “Professor é um profissional que precisa ser respeitado. Sua capacitação, formação, valorização, e fundamentalmente, sua motivação para ensinar são fatores que fazem a diferença para elevar a qualidade da educação pública no Brasil. Um salário digno é o mínimo que se espera para esses profissionais que têm sob sua responsabilidade o futuro de milhares de estudantes”, diz a CNTE.очки маска для плавания детскиемягкий игрушкиfire hawk