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Sindicatos são contra reajuste vinculado a desempenho em prova em São Paulo

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, divulgou uma nota acusando o governo paulista de fazer “marketing visando o próximo processo eleitoral”

Os sindicatos de professores e diretores das escolas da rede estadual de São Paulo criticaram o projeto do governo que cria uma prova para critério de reajustes salariais. O jornal Folha de S. Paulo relata que os sindicatos reclamam que o programa restringe os aumentos a apenas 20% dos profissionais e não foi debatido com as entidades.

O projeto, que precisa ser aprovado pela Assembleia Legislativa, prevê uma prova a cada três anos. Os 20% com melhores notas terão aumento de 25%.

O Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de S.Paulo (Udemo), Luiz Gonzaga, disse ao jornal que o “ideal era que recebessem aumento todos que passassem de determinada nota”.

A presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, divulgou uma nota acusando o governo paulista de fazer “marketing visando o próximo processo eleitoral e informando que tomou conhecimento do projeto “através de setores da imprensa”.

De acordo com a nota, “o governo estadual insiste em formular e divulgar medidas educacionais de forma fragmentada, sem debater com a categoria”.

“Não é admissível que o governo não dê conhecimento às entidades do texto completo do projeto e não abra qualquer processo de negociação a respeito. Prioriza o anúncio rápido na imprensa, transformando um assunto de tal importância em peça de marketing, certamente visando o próximo processo eleitoral”, diz a nota.

A Apeoesp informa que está solicitando audiência com o secretário da Educação, Paulo Renato Souza, “em caráter de urgência” para tomar conhecimento da proposta e debater seu teor.

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