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USP é 11ª melhor instituição entre os países emergentes

Baixo impacto das pesquisas científicas e internacionalização fraca são as causas do mau resultado das instituições brasileiras, diz a Times Higher Education

A Universidade de São Paulo (USP) é a melhor colocada do Brasil na lista das melhores universidade de países emergentes, divulgada quarta-feira pela Times Higher Education (THE). Está em 11° lugar. Outras três brasileiras estão entre as 100 melhores: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 24° lugar, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 6°, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 87°.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, os cinco critérios usados pela organização são: qualidade de ensino, visibilidade internacional, número de citações, pesquisa e trabalhos em inovação. É a primeira vez que ela faz uma lista com países emergentes – de 22 nações avaliadas, 18 entraram no ranking.

Na lista das 100 melhores, a Ásia tem 70. A China lidera com com 23 universidades, Taiwan (21) e Índia (10).

Em nota, o reitor da USP, João Grandino Rodas, disse que instituição está “superdimensionados para ser universidade de ponta”.

A pró-reitora de Pesquisa da Unesp, Maria José Giannini, disse que “diferentemente das universidades de fora, não tem como contratar docentes estrangeiros de renome”.

A pró-reitora de Pesquisa da Unicamp, Gláucia Pastore, disse que “a globalização obriga a discutir em conjunto.”

A pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa da UFRJ, Debora Foguel, disse ao jornal O Globo que o Brasil “ainda não tem uma política destinada a colocar suas universidades entre as seletas instituições de classe mundial”. Na opinião dela, o país precisa “investir maciçamente” em pesquisa.

O editor dos rankings da Times Higher Education, Phil Baty, disse ao jornal paulista que o desafio para as universidades brasileiras é apressar a internacionalização. “Não há dúvidas de que o Brasil está fazendo um importante trabalho em algumas áreas, principalmente em universidades como a USP e a Unicamp, mas o próximo passo é aumentar a internacionalização. Outro problema é a burocracia”, afirmou.

Segundo ele, a área mais fraca do Brasil, no entanto, é a produção de pesquisa científica. “Os pesquisadores do País precisam se envolver mais com a comunidade de pesquisadores internacionais”.

Ele elogiou o Ciência sem Fronteiras “É uma mudança muito positiva e vai contribuir no processo de internacionalização”, afirmou.

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