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USP planeja reformular inclusão de alunos de escola pública

Uma das idéias é acabar com o bônus automático de 3% concedido a estudantes da rede pública para transformá-lo em uma vantagem por mérito

A Universidade de São Paulo (USP) vai reavaliar todo o Programa de Inclusão Social (Inclusp), destinado aos alunos das escolas públicas, relatam vários veículos de comunicação nesta quarta-feira, dia 11.

A notícia foi divulgada logo após a USP informar que a proporção de estudantes de colégios públicos caiu ao nível de 2006, período anterior ao programa. Os estudantes saídos das escolas públicas representam 25% dos aprovados. Os outros 75% estudaram em escolas privadas.

Uma das idéias é acabar com o bônus automático de 3% concedido a alunos da rede pública para transformá-lo em uma vantagem por mérito.

A pró-reitora de graduação da universidade, Telma Zorn, disse que a “intenção é que, progressivamente, o programa esteja todo baseado no mérito e não na concessão automática de bônus”.

Criado em 2006, o Inclusp concede um acréscimo de até 12% na pontuação do vestibular para estudantes das escolas públicas. Atualmente, o egresso de escola pública recebe três tipos de bônus: o automático de 3%; outro que pode chegar também a 3%, dependendo da nota no Pasusp (prova de avaliação seriada da USP); e outro de até 6% relacionado à nota do Enem, que este ano será substituído pelo “Bônus Fuvest”.

Os jornais informam ainda que o programa não conseguiu nem atrair mais alunos ao vestibular – desde 2007 cai o número de inscritos da rede. Para a pró-reitora de graduação, a queda de inscritos ocorre porque há mais opções nas universidades federais e no ProUni.

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