Ensino integral une o acadêmico e o emocional

Escola Humanizada cuida da saúde dos alunos

Em 2009, o ENEM começou a se tornar uma espécie de orientador na escolha da escola pelas mães e pais. Hoje, o cenário mudou. Muitas famílias estão notando que a nota do ENEM, por si só, não mede a qualidade de uma escola, pois não pondera todos os fatores que levaram a composição daquela nota.

Após 2 anos no ensino remoto e em isolamento, algumas famílias optaram por matricular seus filhos em escolas voltadas para a formação integral do aluno. O acadêmico faz parte de um contexto que valoriza a saúde mental, a integração social e as atividades no coletivo focadas no respeito ao próximo.

A psicopedagoga e professora do Instituto Singularidades, Marta Gonçalves, conta que quando se fala de uma formação que se volta para o humano do aluno é importante olhar para o todo. “Tratar o aluno de maneira integral é olhar para esse indivíduo com a sua singularidade e ajudá-lo a potencializar o seu desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional”, destaca.

Para Marta, a pandemia potencializou a importância da escola e mostrou que existem diversas experiências que não podem ser replicadas dentro de casa. “Você conviver com outras pessoas, de aspectos diferentes, características diferentes são coisas que só o ambiente escolar te proporciona”, diz

A filha da advogada Giulianna Gori  estudou os últimos anos em uma escola considerada grande. Com a pandemia acabou se distanciando de seus amigos e deixou de se interessar pelos estudos. “Ela não se abria mais com os professores, coordenadores e amigos, só chorava e me pedia para voltar para casa”, lembra a mãe. Foi quando Giulianna tomou a decisão de mudar a filha de escola.

A escolha da escola foi o resultado da indicação de uma conhecida que havia acabado de colocar sua filha em um colégio e estava impressionada em como o aspecto pedagógico e emocional da sua filha foram tratados.

Foi no Centro Educacional Pioneiro que a filha de Giulliana  passou a ser acolhida e logo se entrosou com o corpo docente e seus colegas. “A escola tem uma preocupação com o pedagógico e o emocional. Minha filha  apresenta crises emocionais e de insegurança (principalmente antes das provas), mas  percebe que está sendo “olhada, cuidada”. Está superando e  voltando a ter um bom desempenho. Quando ela não está legal,  se sente à vontade para falar com os coordenadores e imediatamente sou comunicada”, completa a mãe.

Duda Arruk mudou o filho de escola pouco antes da pandemia. “Fiz uma escolha muito acertada. Na escola anterior as famílias se apresentavam intolerantes, cheias de preconceitos e tabus. E no Colégio Equipe, onde matriculei o João, ele não poderia estar mais feliz.  Lá, as relações são autênticas e humanizadas. Existe respeito e os alunos se tornam autônomos em suas escolhas”, diz.  

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