{"id":18474,"date":"2023-06-16T13:00:59","date_gmt":"2023-06-16T16:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/cgceducacao.com.br\/?p=18474"},"modified":"2023-06-16T13:01:03","modified_gmt":"2023-06-16T16:01:03","slug":"geracao-nem-nem-como-resgatar-os-115-milhoes-de-jovens-brasileiros-que-nao-estudam-nem-trabalham","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cgceducacao.com.br\/index.php\/2023\/06\/16\/geracao-nem-nem-como-resgatar-os-115-milhoes-de-jovens-brasileiros-que-nao-estudam-nem-trabalham\/","title":{"rendered":"Gera\u00e7\u00e3o nem-nem: como \u2018resgatar\u2019 os 11,5 milh\u00f5es de jovens brasileiros que n\u00e3o estudam nem trabalham"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gera\u00e7\u00e3o nem-nem: como \u2018resgatar\u2019 os 11,5 milh\u00f5es de jovens brasileiros que n\u00e3o estudam nem trabalham<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/economia\/jovens-nem-nem-educacao-crescimento-economico\/\">Mat\u00e9ria publicada pelo Estado de SP em 16\/06\/2023<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo especialistas, evas\u00e3o escolar no ensino m\u00e9dio \u00e9 preocupante; Pa\u00eds precisa criar um modelo profissionalizante em que adolescente saia da escola com compet\u00eancia para fazer algo espec\u00edfico<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero \u00e9 alarmante: 11,5 milh\u00f5es de jovens entre 15 e 29 anos n\u00e3o trabalham nem estudam no Brasil &#8211; ou seja, \u00e9 mais que a popula\u00e7\u00e3o de Portugal inteira. Chamado de <strong>nem-nem<\/strong>, esse grupo cresceu de forma exponencial nas \u00faltimas d\u00e9cadas at\u00e9 atingir o auge na pandemia, de cerca de 30% da faixa et\u00e1ria. Esse n\u00famero caiu para 23% da popula\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/fgv-fundacao-getulio-vargas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>FGV<\/strong><\/a><strong> Social<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, a propor\u00e7\u00e3o de jovens nessa condi\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima da m\u00e9dia internacional. No ano passado, o relat\u00f3rio <strong>Education at a Glance 2022<\/strong>, da <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/ocde-organizacao-para-a-cooperacao-e-desenvolvimento-economico\/#:~:text=OCDE%20%20-%20Tudo%20Sobre%20-%20Estad%C3%A3o%20-,OCDE%20%5BOrganiza%C3%A7%C3%A3o%20para%20a%20Coopera%C3%A7%C3%A3o%20e%20Desenvolvimento%20Econ%C3%B4mico%5D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE)<\/strong><\/a> mostrou que o Brasil tinha o segundo maior porcentual de jovens entre 18 e 24 anos que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam.<\/p>\n\n\n\n<p>Reverter essa situa\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil nem r\u00e1pida. Envolve uma mudan\u00e7a estrutural na <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/educacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a> do Pa\u00eds, que h\u00e1 anos vem deixando a desejar, segundo especialistas. Na avalia\u00e7\u00e3o de <strong>Naercio Menezes Filho<\/strong>, coordenador da C\u00e1tedra Ruth Cardoso e professor do Insper, o Pa\u00eds precisa melhorar a qualidade da educa\u00e7\u00e3o em todos os n\u00edveis &#8211; do ensino b\u00e1sico ao m\u00e9dio &#8211; e garantir que os jovens tenham condi\u00e7\u00f5es de completar o ensino superior.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o avan\u00e7o da escolaridade, o Brasil viu aumentar o n\u00fameros de jovens que completam o ensino m\u00e9dio, mas os estudantes acabam ficando num \u201climbo\u201d, de acordo com Naercio. \u201cMuitos n\u00e3o v\u00e3o para o ensino superior, e tamb\u00e9m n\u00e3o encontram o emprego que gostariam, um pouco mais qualificado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/QFX7pvjC-ZwJI6M6-HCAyyKrv18=\/380x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/JHSLRVPGZ5EJVFLUZNSVXD6SIA.jpg\" alt=\"Um dos grandes problemas do Pa\u00eds \u00e9 a evas\u00e3o de alunos no ensino m\u00e9dio \"\/><figcaption>Um dos grandes problemas do Pa\u00eds \u00e9 a evas\u00e3o de alunos no ensino m\u00e9dio \u00a0Foto: Werther Santana \/ Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o \u00e9 que a escola n\u00e3o prepara o estudante. O economista <strong>Vandyck Silveira<\/strong>, cofundador da EducPay, afirma que o Pa\u00eds tem hoje 47 milh\u00f5es de alunos no ensino fundamental e apenas 8,5 milh\u00f5es no m\u00e9dio. Ou seja, a evas\u00e3o escolar entre o ensino fundamental e o m\u00e9dio \u00e9 grande. No ano passado, um estudo feito pela Firjan Sesi mostrou que 500 mil jovens acima dos 16 anos largam os estudos anualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>E mais: apenas 7 em cada 10 brasileiros concluem essa \u00faltima etapa da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica at\u00e9 os 19 anos, \u00edndice que deixa o Brasil atr\u00e1s de pa\u00edses latino-americanos como a Costa Rica, a Col\u00f4mbia e o Chile. \u201cOs estudantes n\u00e3o encontram respaldo na educa\u00e7\u00e3o formal. O ensino brasileiro \u00e9 um ensino fidalgo, que ainda tem literatura portuguesa, an\u00e1lise sint\u00e1tica, coisas acad\u00eamicas\u201d, diz Silveira.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dele, uma medida para ajudar esse p\u00fablico \u201cnem-nem\u201d seria colocar um modelo profissionalizante, onde o adolescente sai da escola com uma compet\u00eancia para fazer algo espec\u00edfico, capaz de dar uma perspectiva de futuro. \u201cPara se ter ideia, o sal\u00e1rio de uma pessoa que tem ensino m\u00e9dio chega a ser quase 40% superior a de quem n\u00e3o terminou o ensino m\u00e9dio.\u201d Hoje, diz ele, com a digitaliza\u00e7\u00e3o tudo ficou mais simples para seguir esse caminho.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Gera\u00e7\u00e3o \u2018nem-nem\u2019<\/h1>\n\n\n\n<p>Porcentual da popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o trabalha nem estuda<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/arte.estadao.com.br\/uva\/content\/drafts\/2Np00y\/1\/uploads\/Nem-Nem-WEB-col-2.png\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fonte FGV Social<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">M\u00e3o na massa<\/h3>\n\n\n\n<p>A educadora Cl\u00e1udia Costin, presidente do <a href=\"https:\/\/institutosingularidades.edu.br\/\">Instituto Singularidades<\/a>, tem pensamento semelhante. Recentemente, ela criticou o modelo de ensino no Brasil. \u201cEm primeiro lugar, tem de parar com essa hist\u00f3ria de quatro horas de aula por dia. Nenhum pa\u00eds que se industrializou tem quatro horas de aula por dia, mas, sim, de sete a nove horas\u201d, afirma ela, que foi diretora de Educa\u00e7\u00e3o do Banco Mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a especialista, n\u00e3o basta ter aula, \u00e9 preciso ter laborat\u00f3rio, experimenta\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 uma educa\u00e7\u00e3o mais m\u00e3o na massa. E evitar essa educa\u00e7\u00e3o conteudista, em que o professor despeja um conte\u00fado e n\u00e3o ensina os alunos a pensar\u201d, acrescenta. Segundo ela, no contexto de automa\u00e7\u00e3o acelerada, digitaliza\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia artificial, \u00e9 preciso educar para duas coisas simultaneamente: desenvolver o pensamento cr\u00edtico e o criativo. \u201cPrecisamos educar os alunos para serem pensadores aut\u00f4nomos e criativos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para Naercio Menezes, seria importante tamb\u00e9m que os curr\u00edculos escolares contemplassem as habilidades socioemocionais. \u201cA gente v\u00ea pelos dados do<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/pisa-programa-internacional-de-avaliacao-de-alunos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong> Pisa (Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Alunos)<\/strong><\/a> que, ao longo da prova, os alunos v\u00e3o desistindo. N\u00e3o t\u00eam perseveran\u00e7a, persist\u00eancia. \u00c9 preciso desenvolver essas habilidades.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje a situa\u00e7\u00e3o mais grave de nem-nem est\u00e1 entre as mulheres, de acordo com dados da FGV Social. Na popula\u00e7\u00e3o de 15 a 29 anos, a fatia de brasileiras que n\u00e3o trabalham nem estudam alcan\u00e7ou 29,2% &#8211; bem acima dos 16,95% dos homens. \u201cMuitas mulheres acabam tendo filhos mais cedo (e isso tira muitas delas do mercado de trabalho e das escolas).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Na pandemia, o porcentual de mulheres nem-nem chegou perto de 37%, mas em dezembro do ano passado recuou para 26,95%, o menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica, afirma Marcelo Neri, diretor do FGV Social. Segundo ele, o Brasil teve na pandemia o maior contingente da hist\u00f3ria de jovens nem-nem. Mas esse porcentual deve cair pela metade at\u00e9 o final do s\u00e9culo, resultado da demografia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Neri, essa gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 sacrificando o presente e o futuro. \u201cLogo, o futuro do Pa\u00eds est\u00e1 comprometido pela falta de quantidade de jovens e pelo tratamento de baixa qualidade dado \u00e0 juventude.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/dyOKlaegkDQWZzz8ImL34u67B1E=\/380x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/LBGUDB7NANDYRDPSKJIR65VJSI.jpg\" alt=\"Especialistas criticam modelo de ensino brasileiro, com poucas horas de estudo e sem m\u00e3o na massa\"\/><figcaption>Especialistas criticam modelo de ensino brasileiro, com poucas horas de estudo e sem m\u00e3o na massa&nbsp;Foto: Tiago Queiroz\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Outra forma de resolver a quest\u00e3o dos nem-nem est\u00e1 ligada ao crescimento da economia. Desde 2013, o Pa\u00eds n\u00e3o consegue encontrar o caminho da retomada consistente. Entre 2017 e 2019, o <a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/pib-produto-interno-bruto#:~:text=O%20Produto%20Interno%20Bruto%20(PIB,da%20atividade%20econ%C3%B4mica%20do%20Pa%C3%ADs.&amp;text=Para%20chegar%20aos%20dados%20finais,terceiro%20pior%20resultado%20da%20hist%C3%B3ria.\"><strong>Produto Interno Bruto<\/strong><\/a> (PIB) cresceu numa m\u00e9dia de 1,4% ao ano \u2013 resultado muito abaixo da capacidade. \u201cPara empregar todos os jovens que entram no mercado de trabalho, o Brasil precisaria crescer, pelo menos, 3% ao ano\u201d, diz Silveira. \u201cEstamos ficando definitivamente para tr\u00e1s.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A cada ano, afirmam os especialistas, novos estudantes se formam e n\u00e3o conseguem ser absorvidos no mercado, o que cria um bols\u00e3o de nem-nem. Sem emprego nem renda, eles n\u00e3o conseguem estudar e muitos param no meio do caminho. No final, o crescimento dos nem-nem significa perda de produtividade e de capital humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, em artigo publicado no <strong>Estad\u00e3o<\/strong>, o presidente <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/lula-luiz-inacio-lula-da-silva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Luiz In\u00e1cio Lula da Silva<\/strong> <\/a>(PT) e o vice <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/geraldo-alckmin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Geraldo Alckmin <\/strong><\/a>(PSB) falaram sobre algumas medidas que est\u00e3o sendo estudadas para a \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o. Uma delas seria garantir a forma\u00e7\u00e3o dos jovens para o mercado de trabalho, com uma pol\u00edtica nacional de educa\u00e7\u00e3o profissional e tecnol\u00f3gica, al\u00e9m da implementa\u00e7\u00e3o do novo ensino m\u00e9dio e moderniza\u00e7\u00e3o do sistema de aprendizagem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gera\u00e7\u00e3o nem-nem: como \u2018resgatar\u2019 os 11,5 milh\u00f5es de jovens brasileiros que n\u00e3o estudam nem trabalham Mat\u00e9ria publicada pelo Estado de SP em 16\/06\/2023 Segundo especialistas, evas\u00e3o escolar no ensino m\u00e9dio&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18475,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[49,541,490,55,104,574,573,66,136],"class_list":["post-18474","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-na-midia","tag-assessoriadeimprensa","tag-assessoriadeimprensaemeducacao","tag-cgc","tag-cgceducacao","tag-educacao-pos-pandemia","tag-futuro","tag-geracaonemnem","tag-instituto-singularidades","tag-singularidades"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como \u2018resgatar\u2019 os milhares de jovens que n\u00e3o estudam nem trabalham<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O n\u00famero \u00e9 alarmante: 11,5 milh\u00f5es de jovens entre 15 e 29 anos n\u00e3o trabalham nem estudam no Brasil - ou seja, \u00e9 mais que a popula\u00e7\u00e3o de Portugal inteira. Chamado de nem-nem, esse grupo cresceu de forma exponencial nas \u00faltimas d\u00e9cadas at\u00e9 atingir o auge na pandemia, de cerca de 30% da faixa et\u00e1ria. Esse n\u00famero caiu para 23% da popula\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da FGV Social.Apesar disso, a propor\u00e7\u00e3o de jovens nessa condi\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima da m\u00e9dia internacional. No ano passado, o relat\u00f3rio Education at a Glance 2022, da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) mostrou que o Brasil tinha o segundo maior porcentual de jovens entre 18 e 24 anos que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cgceducacao.com.br\/index.php\/2023\/06\/16\/geracao-nem-nem-como-resgatar-os-115-milhoes-de-jovens-brasileiros-que-nao-estudam-nem-trabalham\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Como \u2018resgatar\u2019 os milhares de jovens que n\u00e3o estudam nem trabalham\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O n\u00famero \u00e9 alarmante: 11,5 milh\u00f5es de jovens entre 15 e 29 anos n\u00e3o trabalham nem estudam no Brasil - ou seja, \u00e9 mais que a popula\u00e7\u00e3o de Portugal inteira. 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