{"id":22483,"date":"2026-05-12T15:22:35","date_gmt":"2026-05-12T18:22:35","guid":{"rendered":"https:\/\/cgceducacao.com.br\/?p=22483"},"modified":"2026-05-12T15:22:37","modified_gmt":"2026-05-12T18:22:37","slug":"o-silencio-dos-meninos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cgceducacao.com.br\/index.php\/2026\/05\/12\/o-silencio-dos-meninos\/","title":{"rendered":"O sil\u00eancio dos meninos"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O jornalista e pesquisador Ismael dos Anjos encara o desafio de ir \u00e0s escolas ouvir as dores dos garotos e atualiz\u00e1-los acerca das masculinidades<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/revistaeducacao.com.br\/2026\/05\/11\/silencio-dos-meninos\/\"><strong>Mat\u00e9ria publicada na Revista Educa\u00e7\u00e3o em 11\/05\/2026<\/strong><\/a><br><br>Den\u00fancias de viol\u00eancia psicol\u00f3gica, f\u00edsica e patrimonial contra a mulher eclodem a todo\u00a0momento. Al\u00e9m delas, os feminic\u00eddios, consequ\u00eancia direta da falta de alguma interfer\u00eancia\u00a0em epis\u00f3dios de viol\u00eancias anteriores. A\u00e7\u00f5es preventivas s\u00e3o urgentes e , uma delas, \u00e9 levar \u00e0s escolas o tema das masculinidades para que os meninos possam ser ouvidos e atualizados acerca do tema.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Ano passado, houve o aumento de 4,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2024, com o registro de 1.568&nbsp;casos de viol\u00eancia. Em oito de cada 10 casos, os autores do feminic\u00eddio s\u00e3o parceiros ou ex-companheiros, de acordo com o Levantamento do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. Nesse contexto, o discurso punitivista ganha tra\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o faz diminuir os casos nem minimiza os efeitos j\u00e1 causados.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei Maria da Penha prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de grupos reflexivos para autores de viol\u00eancia dom\u00e9stica, que apresentam efic\u00e1cia atestada nos percentuais de redu\u00e7\u00e3o da reincid\u00eancia \u2014 de 65% para at\u00e9 2%. O resultado positivo adv\u00e9m do fato de que, nesses grupos, os homens conseguem falar sobre o que sentem.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO homem que n\u00e3o aprende a identificar os pr\u00f3prios sentimentos usa a viol\u00eancia como linguagem para tentar manter um poder que ele acha que \u00e9 dele por direito\u201d, afirma Ismael dos Anjos, pai de Francisco, o Cisco, de 11 anos, fot\u00f3grafo, jornalista e pesquisador das masculinidades, coordenador da pesquisa e do document\u00e1rio&nbsp;<em>O sil\u00eancio dos homens<\/em>, realizado pelo Instituto Papo de Homem (PdH) e lan\u00e7ado em 2019. A pesquisa teve a parceria do Cons\u00f3rcio de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (CIS), da USP, e ouviu 47 mil pessoas de todo o Brasil para \u2018saber como os homens aprendem a ser homens no Brasil\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Faltam pesquisas acerca das masculinidades, mas os dados contidos em&nbsp;<em>O sil\u00eancio&nbsp;<\/em><em>dos homens<\/em>&nbsp;ainda s\u00e3o pertinentes. Apenas tr\u00eas em cada 10 homens t\u00eam o h\u00e1bito de conversar sobre os seus maiores medos e d\u00favidas. A maioria afirma ter o pai como principal refer\u00eancia de masculinidade, mas apenas um em 10 j\u00e1 conversou com o pai sobre o que \u00e9 ser homem. E quando os homens sofrem ass\u00e9dio sexual, em m\u00e9dia demoram 20 anos para contar a algu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Leia:&nbsp;<a href=\"https:\/\/revistaeducacao.com.br\/2025\/05\/12\/desconstruir-masculinidade-toxica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dicas para desconstruir a masculinidade t\u00f3xica<\/a><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Com a antrop\u00f3loga Isabela Venturoza, Ismael ministra o curso Masculinidades nas Escolas, no<a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/instituto-vera-cruz\/nosso-instituto\/\"><strong> Instituto Vera Cruz<\/strong><\/a>, em SP, e aborda temas como interseccionalidade, cuidado, viol\u00eancias, masculinismos e internet.<br>No momento, busca apoio para a grava\u00e7\u00e3o de palestras e aulas para que seus cursos alcancem escolas de todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista, o pesquisador esmi\u00fa\u00e7a o conceito de masculinidades, aponta o \u2014 muito<br>bem-vindo \u2014 avan\u00e7o das meninas e mulheres em suas concep\u00e7\u00f5es de mundo e autonomias e defende que a educa\u00e7\u00e3o dos meninos n\u00e3o acompanhou esse avan\u00e7o. Confira<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>O que s\u00e3o as masculinidades?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Masculinidades s\u00e3o um conjunto de cren\u00e7as, ideologias, caracter\u00edsticas, comportamentos e at\u00e9 energias, dependendo do contexto, que atribu\u00edmos como sendo inatas ou pertencentes ao masculino, aprendidas, e que deveriam ser colocadas em pr\u00e1tica por quem se diz homem ou \u00e9 identificado como homem. Socialmente, temos muitas express\u00f5es diferentes do que \u00e9 ser masculino, mas tendemos a simplificar e organizar em torno de uma defini\u00e7\u00e3o s\u00f3. Por exemplo, se eu perguntar \u201chomem usa saia?\u201d. Muita gente vai dizer \u201cn\u00e3o\u201d. Mas eu posso lembrar que na Esc\u00f3cia tem algo bem parecido com saia que \u00e9 o kilt, usado por homens. Homem rebola, dan\u00e7a? Se olharmos para as periferias do Brasil, as pessoas que&nbsp;mais dan\u00e7am os passinhos s\u00e3o homens. Ent\u00e3o isso n\u00e3o \u00e9 coisa de homem? \u00c9, sim, coisa de homem em alguns contextos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos entender que a redu\u00e7\u00e3o do que \u00e9 ser masculino serve a uma constru\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica do que \u00e9 ser homem, mas n\u00e3o necessariamente serve aos homens\u00a0e muito menos \u00e0 sociedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Esse reducionismo traz consequ\u00eancias?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Traz. Pouqu\u00edssimos homens conseguem cumprir isso. Por exemplo, se eu fosse corajoso o tempo todo e n\u00e3o levasse desaforo para casa, j\u00e1 teria morrido. A maior parte do tempo, os homens est\u00e3o tentando fazer o que chamamos de performance de masculinidade. N\u00e3o \u00e9&nbsp;que eles sejam assim, \u00e9 que, sendo assim, s\u00e3o validados como homens. Ent\u00e3o s\u00e3o outros homens dizendo \u2018fulano \u00e9 macho para caramba\u2019.&nbsp;\u00c0s vezes, \u00e9 a mulher dizendo \u2018meu marido \u00e9 homem, p\u00f5e dinheiro em casa\u2019. Ent\u00e3o \u00e9 sempre um lugar de performance e n\u00e3o necessariamente um lugar para&nbsp;uma categoria estanque. Dependendo, ainda, da sociedade em que se est\u00e1 inserido,&nbsp;h\u00e1 outros marcadores. Por exemplo, dentro do contexto da educa\u00e7\u00e3o, a masculinidade de uma escola p\u00fablica da periferia de S\u00e3o Paulo \u00e9 muito diferente da masculinidade expressa a poucos quil\u00f4metros de l\u00e1, numa escola de elite.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>A masculinidade t\u00f3xica tem sido bastante mencionada nos \u00faltimos anos. O que o termo define?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 um termo bem importante para o estudo das masculinidades, mas ele tem alguns limites que precisamos observar e cuidados para utilizar. Ao chamar homens para&nbsp;uma conversa sobre masculinidade t\u00f3xica, o p\u00fablico ser\u00e1 zero, ou muito poucos. Afinal, a pessoa pensa: por que vou a uma conversa onde estou sendo chamado de t\u00f3xico?<\/p>\n\n\n\n<p>Um produto t\u00f3xico, na acep\u00e7\u00e3o da palavra \u2014 os professores de qu\u00edmica saber\u00e3o melhor do que eu \u2014 \u00e9 aquele que n\u00e3o se cont\u00e9m no hospedeiro e se espalha ao redor. Masculinidade t\u00f3xica, ent\u00e3o, diz respeito a comportamentos masculinos que n\u00e3o se encerram no hospedeiro e se espalham ao redor causando danos. Mas n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo das masculinidades, porque as masculinidades t\u00eam outros efeitos, possibilidades,&nbsp;e ampliar esse leque \u00e9, inclusive, importante se queremos chamar para a conversa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Qual a import\u00e2ncia da interseccionalidade num curso sobre masculinidades?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O trabalho com a interseccionalidade \u00e9 a premissa para qualquer trabalho social, ainda mais num pa\u00eds como o Brasil. Todos somos resultados dos cruzamentos de ra\u00e7a, classe, religi\u00e3o, hist\u00f3ria de vida, lugar de nascimento. Encarar isso n\u00e3o como um lugar de cis\u00e3o,&nbsp;mas lugar de reconhecimento, para ent\u00e3o criarmos pontes para conversas, talvez seja o segredo e a parte mais dif\u00edcil do que estamos tentando fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, no contexto das masculinidades, a palavra \u2018poder\u2019 \u00e9 central na experi\u00eancia que imaginamos do que \u00e9 ser homem. Inclusive, repetimos frases como \u2018o homem est\u00e1 no topo da pir\u00e2mide\u2019, \u2018o homem \u00e9 o g\u00eanero que est\u00e1 no poder\u2019. Mas se eu perguntar qual homem est\u00e1 no poder, todos conseguir\u00e3o pensar nesse homem com marcadores simples: cis, branco, rico, provavelmente estudou, tem dinheiro, presumidamente h\u00e9tero. Imagine o tanto de homens que n\u00e3o se identificam com isso! A maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira&nbsp;\u00e9 negra. Boa parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o se enquadra na classe A ou B, ou nos 10% mais ricos do Brasil. Ent\u00e3o estamos falando de experi\u00eancias de masculinidade que s\u00e3o muito d\u00edspares.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o adianta continuar dizendo aos meninos negros que o paradigma de sucesso \u00e9 ter carro, casa, fam\u00edlia, fazer parte da sociedade de consumo, sendo que os homens negros que t\u00eam poder normalmente o conseguem via futebol e esportes em geral ou m\u00fasica. Conseguimos contar, s\u00e3o pouqu\u00edssimos. Cerca de 45% de meninos negros de 19 a 28 anos n\u00e3o terminaram o ensino m\u00e9dio. Por qu\u00ea? Desalento! Como vou falar sobre masculinidades&nbsp;com ele a partir do mesmo paradigma de quando falo com algu\u00e9m na Faria Lima?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Como as ideias masculinistas afetam os meninos?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 10, 11 anos, quando falava com os meninos sobre masculinidades, era como se eu conversasse sobre algo que eles nunca haviam pensado antes. Hoje, eles j\u00e1 viram coisas no TikTok, Instagram. Eles t\u00eam informa\u00e7\u00f5es muitas vezes tortas e falam que \u2018o feminismo est\u00e1 acabando com o direito dos homens\u2019. Muitas vezes, ao trabalhar com esses meninos, preciso desconstruir a no\u00e7\u00e3o de \u2018estamos sob amea\u00e7a\u2019. Porque o \u2018estamos sob amea\u00e7a\u2019\u00a0gera o seguinte: vamos recrudescer e nos ater exatamente ao que achamos que nos trouxe at\u00e9 aqui \u2014 ser forte, viril, mand\u00e3o. E isso n\u00e3o est\u00e1 funcionando para a sociedade como um todo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>A mira, ent\u00e3o, \u00e9 o feminismo\u2026<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Estamos ensinando as mulheres, h\u00e1 algumas gera\u00e7\u00f5es, a serem cada vez mais independentes, aut\u00f4nomas, a depender menos dos homens, enquanto os meninos est\u00e3o sendo criados da mesma maneira de antes. Isso gera conflito. Ensinamos os meninos que t\u00eam de ser fortes, resistentes, mandarem na fam\u00edlia e ensinamos outras coisas para as&nbsp;meninas. Uma hora eles batem de frente. As meninas j\u00e1 n\u00e3o aceitam qualquer coisa, mas os meninos n\u00e3o t\u00eam mais do que isso para oferecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos entender que a redu\u00e7\u00e3o do que \u00e9 ser masculino serve a uma constru\u00e7\u00e3o&nbsp;ideol\u00f3gica do que \u00e9 ser homem, mas n\u00e3o necessariamente serve aos homens e muito menos \u00e0 sociedade.&nbsp;A quest\u00e3o \u00e9 que os meninos ficaram para tr\u00e1s, ent\u00e3o precisamos acelerar com eles. Come\u00e7amos com o que \u00e9 mais urgente, pois onde h\u00e1 dor, h\u00e1 pressa, mas precisamos&nbsp;tamb\u00e9m endere\u00e7ar \u00e0s causas dessas dores. Acredito que as dores que os meninos causam no mundo, \u00e0s vezes, est\u00e3o refletindo as dores que eles sentem.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles se sentem inseguros, n\u00e3o sabem o que fazer e n\u00e3o podem demonstrar isso. V\u00e3o, ent\u00e3o, usar a linguagem da viol\u00eancia justamente para esconder a inseguran\u00e7a. \u00c9 com&nbsp;essa dicotomia que estamos lidando.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Como s\u00e3o as din\u00e2micas nas escolas?<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Colocamos os meninos para dialogarem a partir de dois eixos de perguntas \u2014 quais viol\u00eancias j\u00e1 praticaram e quais j\u00e1 sofreram. E v\u00e1rias vezes essas viol\u00eancias est\u00e3o conectadas. \u00c9 uma \u00f3tima chance para que eu pergunte: se voc\u00ea identifica isso como viol\u00eancia, por que est\u00e1 reproduzindo?<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho nas escolas se constitui num trip\u00e9: alunos, educadores e fam\u00edlias e vai depender muito do grau de abertura e dos recursos poss\u00edveis. Com os alunos, acontece desde uma\u00a0palestra de sensibiliza\u00e7\u00e3o at\u00e9 as rodas de conversa. Com os professores, o trabalho vai desde uma sensibiliza\u00e7\u00e3o com palestra ou ciclo de palestras com temas diferentes\u00a0at\u00e9 um curso de forma\u00e7\u00e3o, como o que fazemos com o <a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/instituto-vera-cruz\/nosso-instituto\/\"><strong>Instituto Vera Cruz<\/strong><\/a>. J\u00e1 fiz sensibiliza\u00e7\u00e3o na escola com os inspetores; muitas vezes, s\u00e3o eles que veem as viol\u00eancias\u00a0acontecerem. E tamb\u00e9m com seguran\u00e7as, para que toda a rede de prote\u00e7\u00e3o escolar tenha letramento para identificar uma viol\u00eancia ou entender como interromper e endere\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<p>Com as fam\u00edlias \u00e9 uma conscientiza\u00e7\u00e3o. A maioria dos pais, homens, \u00e9 ausente do meio escolar e n\u00e3o vai \u00e0s reuni\u00f5es ou t\u00eam uma opini\u00e3o j\u00e1 refrat\u00e1ria do tipo \u201csou homem, cheguei at\u00e9 aqui e voc\u00ea quer me ensinar a ser homem e ensinar meu filho a virar homem?\u201d. Ent\u00e3o \u00e9 o momento de mostrar que n\u00e3o \u00e9 isso. Mostrar que comportamentos que t\u00ednhamos n\u00e3o eram considerados ass\u00e9dio e hoje s\u00e3o. Boa parte n\u00e3o tinha de lidar com isso aos&nbsp;15, 16 anos, mas agora o filho precisa saber lidar com esse ambiente em que as mulheres t\u00eam repert\u00f3rio, aceitam menos e t\u00eam mais canais de den\u00fancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornalista e pesquisador Ismael dos Anjos encara o desafio de ir \u00e0s escolas ouvir as dores dos garotos e atualiz\u00e1-los acerca das masculinidades Mat\u00e9ria publicada na Revista Educa\u00e7\u00e3o em&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22484,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[564,695,960,961],"class_list":["post-22483","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-na-midia","tag-bulliyng","tag-institutoveracruz","tag-masculinidade","tag-masculinidadetoxica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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